async='async' data-ad-client='ca-pub-1470782825684808' src='https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js'/> Ariane Baldassin: maternidade


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Monitorar o período fértil feminino é um ótimo aliado na hora de engravidar

Quando chega o período correto para engravidar, depois de um planejamento familiar nos casais de hoje em dia, o grande desejo vêm junto com a ansiedade, os medos, expectativas e as dúvidas. Ter um filho é, sem dúvida alguma, a fase mais importante na vida de qualquer casal, principalmente para os que serão pais de primeira viagem. Além do desejo vem sempre a cobrança dos familiares e dos amigos. - E o bebê, quando chega?


No primeiro mês, sem os anticoncepcionais, caso dê negativo na tentativa de engravidar, sentir-se ansioso é uma reação normal que pode afetar tanto as mulheres quanto alguns homens, com intensidades diferentes. “A ansiedade ocorre com alguns sintomas psicológicos, causando desconforto e medos diversos. A pergunta que se faz é: - Será que posso engravidar? Em casais jovens, (até 35 anos) que mantêm relações sexuais frequentes, a chance de engravidar é de 25% a cada ciclo. O tempo adequado para tentativas de engravidar é de cerca de 12 meses, aumentando a chance em 85% naturalmente. " comenta, Dra. Adriana Juliani.

Dra. Adriana esclarece que esse estado emocional é normal e acontece porque o casal deixa para mais tarde a responsabilidade de ter um filho e junto vem o sentimento de que terão que enfrentar paralelamente o desenvolvimento profissional, a conquista financeira e a maturidade para educar uma criança nos dias de hoje. O importante é saber como lidar com a ansiedade, manter o desejo de ter um filho, ter o conhecimento que existe no mercado um produto de fácil manuseio e que ajuda determinar exatamente o período fértil da mulher.
 
Hoje, poucas pessoas sabem, mas existe um teste vendido em farmácias e drogarias que se faz em casa, através da urina, que detecta o período fértil da mulher. Muitas mulheres, fato comprovado, reduziram a ansiedade só de saberem o momento certo de engravidar. E, ainda tem mais, a mulher pode até auxiliar na escolha do sexo do bebê em qualquer gestação.


O Que Atrapalha na hora de engravidar?

O Cigarro e as drogas como a cocaína, maconha, crack, entre outras ilícitas, retardam a gestação, causando alterações menstruais, podendo em alguns casos até antecipar a menopausa. Quanto maior é o tempo do uso do tabaco, a mulher fumante prejudica, ainda mais, a saúde dos ovários, destruindo os folículos ovarianos, alterando as características fisiológicas tubárias, alterando as taxas hormonais, interferindo na gametogênese e fertilização e dificultando a implantação do óvulo.

Antes de pensar em realizar um tratamento de fertilização, é importante detectar algumas causas da infertilidade e saber como monitorar este período em casa. “Tanto os homens quanto as mulheres devem se preocupar com uma das causas que atrapalham a fertilização, que é o ato de fumar. Parar de fumar ajuda e muito na conquista de ter um filho”, alerta Dra. Adriana, diretora da Linha Confirme. 

Outro fator é a ansiedade da mulher. Um rápido e seguro teste pode responder e ajudar nestas questões: O Confirme Fertilidade detecta na urina o aumento do hormônio LH (luteinizante), sinalizando o período de ovulação feminino, determinando os dias de maior possibilidade para a mulher engravidar.

O Confirme Fertilidade, com o objetivo de auxiliar nesse planejamento, está no mercado brasileiro, monitorando com 99% de precisão o período fértil, ou seja, o melhor momento para a fecundação.

O produto pode ser encontrado em farmácias e drogarias a preços acessíveis. Os interessados também podem adquirir o Confirme Fertilidade pela Web através do site www.confirme.com.br, além de obter descrições do produto.


Sobre o Confirme Fertilidade
Objetivo: Ajuda a mulher descobrir os dias de maior fertilidade ao detectar o pico de LH, de 24 a 48 horas antes da ovulação. 

Como funciona: através de uma amostra de urina, o teste detecta o aumento do hormônio LH (Hormônio Luteinizante). O hormônio é produzido durante todo o período menstrual, porém no meio do ciclo a quantidade dele aumenta, indicando o pico de ovulação, onde as chances de engravidar são maiores. Como o espermatozoide pode sobreviver até mais que 72 horas, é possível ficar grávida mantendo relações sexuais três dias antes do primeiro dia fértil.

Precisão: 99%


SAIBA MAIS SOBRE A LINHA CONFIRME

Pensando em todas as fases das mulheres, a empresa criou em 1999 a Linha Confirme. Com a ideia de monitorar e pormenorizar o sofrimento do desconhecido através de auto testes, além da vantagem de poder realizá-los no conforto do seu lar.
Líder do segmento, a Linha Confirme traz todos os resultados dos testes através da urina com a mesma precisão que os testes de sangue feitos em laboratórios e de forma menos invasiva do que exames clínicos específicos.

Para mais detalhes, basta acessar o site www.confirme.com.br

Sugestão de fonte para entrevistas: Dra. Adriana Juliani 
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Maternidade nas redes sociais: conteúdos podem gerar comparação e frustração


Em tempos de redes sociais, compartilhar parte da rotina virou algo normal para muitos e até profissão para alguns, que passam a ser reconhecidos como influenciadores. Na infinita gama de assuntos apresentados nas plataformas está a maternidade dita como real. De acordo com a psicóloga do Hospital Edmundo Vasconcelos, Marina Arnoni Balieiro, esta exposição nem sempre é benéfica a quem assiste ao conteúdo.

A especialista explica que apesar de apresentarem a temática como uma realidade, há uma escolha no que compartilhar, e neste recorte, é possível que frustrações sejam despertadas nas mães que assistem a esses conteúdos. "É muito difícil basear sua realidade nas redes sociais. Nestes espaços são compartilhados o que priorizam como importante, e por isso, gera uma comparação entre as mães que consomem esse conteúdo, entendendo que a sua vida é pior", complementa.

Mão não é aquela que amamenta no peito, muitas não tem leite ou o bebê não consegue a pegada e por isso são submetidos a mamadeira. Nenhuma mãe é menos mãe por causa disso. Nenhuma mãe é menos mãe porque não teve seu filho de parto normal. Nenhuma mãe é menos mãe porque não consegue ou não sente vontade de se arrumar nos primeiros meses. Nenhuma mãe é menos mãe por pedir ajuda.

Neste cenário, a diferença de educação e possíveis falhas não devem ser vistas como pontos negativos. Marina ressalta que a relação entre pais e filhos não tem uma fórmula e depende da personalidade e estrutura familiar. "Cada um vai ter uma forma de lidar com os filhos, e nesta relação, assim como qualquer outra, a falha é inerente, e isso não torna a maternidade pior, ou melhor", reforça.

E a gente não cansa de ver assuntos relacionados ao tema, bem como uma infinidade de mães que recorrem as redes sociais em busca de ajuda. Fotos lindas de bebês recém-nascidos com a mãe ao lado toda produzida nem sempre é um bom exemplo, pois sabemos que no primeiro mês as mães estão esgotadas ao extremo, principalmente as de primeira viagem, que são aquelas que mais buscam por informações. Então pense no seguinte cenário: você, cheia de olheiras por dormir pouco pois o bebê necessita de demandas específicas, como mamar, e todas as dificuldades pois nem sempre o bebê consegue pegar no peito nos primeiros dias, isso sem falar que os bebês estão em fase de adaptação e podem trocar as noites pelos dias. Então essa foto tão linda, pode sim gerar frustração em muitas mães, que estão com a auto estima lá embaixo.

A maternidade é linda mas ela chega repleta de desafios e nem sempre os relatos ou as fotos que vemos são sinceras na íntegra. Eu mesma não tive condições de tirar nenhuma foto minha no primeiro mês. Cansada, com olheiras, ainda com sobrepeso e leite jorrando dos peitos. Por isso, atenção as fontes que você procura para não se sentir mal ou frustrada nessa sua nova jornada.

Assim como a falha, a ausência é outro assunto tratado nas redes, mas que não é totalmente prejudicial no processo de educação. Neste quesito, a psicóloga esclarece que às vezes é na falta que é possível ensinar e aprender. A partir disso a criança é estimulada a ter independência e compreender o espaço dos pais.

"Claro que quando ainda são pequenos dependem mais dos adultos, mas ensinar sobre essa ausência ajuda na rotina pessoal, e compreender que ter tempo pra si é indispensável para a saúde e para a relação com os filhos, pois é possível aproveitar o tempo juntos com mais entrega", conclui.
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Férias!!!! Vamos viajar? Confira algumas dicas para preparar a viagem com os filhos




A primeira dica é não deixar de aproveitar as férias por causa das crianças. Seja a primeira ou a vigésima viagem com os filhos, a verdade é que sempre nos esquecemos de alguma coisa. Por isso, não deixe que pequenos detalhes estraguem a diversão. Comece fazendo e seguindo um bom planejamento.  Não importa muito a data ou mesmo a ocasião, pois só o fato de viajar em família traz sempre bons momentos e boas recordações! 

 Destino 

É fundamental ter cuidado ao escolher o roteiro, já que as crianças preferem atividades diferentes dos adultos, por isso escolha um roteiro que agrade ambos. Para acertar no destino, o roteiro precisa ter opções para o casal e para as crianças, tente escolher lugares com atividades que vocês possam fazer em conjunto. 


O legal é que os pais conversem com as crianças sobre a viagem e a família escolha o destino e os passeios. Isso fará com que elas participem e se sintam parte da viagem, podendo facilitar as coisas para você quando chegar ao destino. 

Viajar para o litoral brasileiro é sempre uma ótima opção e acaba sendo também uma imersão a cultura brasileira. Mas, nas altas temporadas as praias ficam lotadas de guarda-sóis parecidos. Para não perder seu filho de vista, a atenção deve ser redobrada. Viajar com amigos e casais que tenham filhos minimiza o risco. 


Documentos 

Leve todos os documentos do seu filho. Se a criança não tiver carteira de identidade, tem que carregar sempre a certidão de nascimento original. Cópia não vale, nem autenticada, tanto em viagens nacionais quanto internacionais. Quando o destino é outro país, é preciso providenciar um passaporte. Mesmo que a companhia aérea diga que não é necessário, é melhor providenciá-los para evitar problemas no trajeto. 


Hospedagem 
Uma dica é escolher uma estrutura mínima de “casa”. Ter uma cozinha e uma pequena área de serviço faz toda diferença. É mais fácil para preparar comidas, sucos e papinhas. Por exemplo: flats, apart-hotéis ou casas ou apartamentos alugados. 

Se optar por um hotel, escolha um que tenha farmácia e supermercado por perto. Além disso, confira se o quarto tem geladeira ou se cozinha é acessível para esquentar alimentos.

Veja se o hotel é adequado para receber crianças e se tem opções de lazer. O hotel pode ser uma ótima atração quando as crianças se cansarem dos passeios. 


Malas
Malas pesadas podem fazer sua viagem mais cansativa. Não é porque você vai viajar com crianças que precisa levar a casa inteira. Não leve roupas demais, a quantidade de roupas e o tamanho da mala devem combinar. 

Se a viagem for de ônibus ou avião, não se esqueça de pendurar fitas coloridas, tags ou adesivos nas bagagens. Atenção as alterações que quantidade de malas e pesos tolerados entre os vôos de cada companhia. Verifique com antecedência para não ultrapassar a cota. A identificação também é muito importante, escreva o nome da família, endereço e telefone e feche todas as malas com cadeado. Leve alguns brinquedos ou atividades para entreter as crianças durante o trajeto e não se esqueça daquele cobertor ou travesseiro que seu filho não larga. 


Remédios e Vacinas 
Curativos, antissépticos, algodão, termômetro são alguns dos itens que devem compor a caixa de primeiros socorros. Além dos remédios indicados pelo pediatra, não se esqueça do repelente e um protetor solar que seja aprovado pelo pediatra. As vacinas das crianças precisam estar em dia, independente da época do ano. É fundamental providenciar isso com muita antecedência, já que cada vacina tem um tempo para começar a agir. 


Seguro saúde e viagem 
Se as crianças ficarem doentes ou se acidentarem durante a viagem, considere a possibilidade de fazer um seguro viagem, pelo menos para elas. 

Se o passeio for para o exterior, é recomendado contratar um seguro especial apenas para a ocasião. Em muitos países, as farmácias não vendem remédios sem prescrição médica. 

Viajar de Avião 
Confira se há travesseiros disponíveis e mantas, o ar do avião pode gelar os pequenos. Assim como nas viagens de carro, prefira voar em horários em que a criança esteja calma. Para viagens mais longas, escolher um período em que a criança costuma dormir pode ser uma boa ideia para que ela não sinta tanto. Nas viagens curtas, prefira sempre os voos sem escalas e as rotas mais curtas. 

Nunca se esqueça de incluir na mala de seus bebês:

* Trocador de fraldas
Hoje no mercado existem as opções de trocadores descartáveis, que são uma ótima opção quando você for fazer a troca em ambientes públicos. Caso contrário, para trocas dentro do próprio hotel ou na casa dos parentes, use a pessoal que acaba sempre saindo mais em conta. No entanto, nunca se esqueça de periodicamente fazer a correta higienização.

* Lenços ou toalhas umedecidas
Não importa a marca, aliás use a que normalmente está acostumada, para evitar problemas de alergia. Leve uma na bolsa no bebê e uma extra na sua bolsa - quem é mãe sabe que essas toalhas nunca são demais. Elas são práticas e servem para uma infinidade de coisas. Aliás, hoje no mercado vocês encontram opções de toalhas antissépticas (eu uso a da feelclean e adorei), assim você dispensa o uso do gel antisséptico que é mais complicado de usar na higienização das mãos dos bebês, que normalmente não saem da boca. Ah, e da pra limpar o rostinho também, porque são testadas dermatologicamente (não é publi).

* Repelente
Não dá pra ficar sem não é? Bebês com menos de seis meses não podem fazer uso de nenhum repelente de insetos. No entanto, a partir dessa idade existem várias opções no mercado, inclusive opções que já vem com protetor solar ou disponíveis em spray (o que eu não gosto muito para aplicar em bebês, prefiro o gel), e também em toalhas umedecidas. Bacana né? Então, leia o rótulo, pesquise e não se esqueça que em se tratando de Dengue, Zika e Chikungunya a proteção é a nossa única alternativa.

*Portetor Solar
Verifique a faixa etária recomendada do protetor solar e compre sempre aquele que possui o maior fator de proteção contra raios UVA e UVB, evitando queimaduras, bolhas, vermelhidões e envelhecimento precoce da pele, além de câncer.

Bom passeio e depois deixa aqui um relato de como foi a sua experiência.
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Vamos falar de um assunto sério? Violência sexual infantil

Ocorrências de abuso sexual contra crianças e adolescentes são mais frequentes do que se imagina. Ouvimos um relato aqui ou ali, muitas vezes em jornais ou mídias locais. Alguns casos ganham repercussões maiores, geralmente quando a violência e o abuso acabam resultando em morte. Mas a realidade é horrorizante! Entre 2011 e 2017, o País apresentou um aumento de 83% nos casos de violências sexuais contra crianças e adolescentes, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado recentemente pelo Ministério da Saúde.

Dias desses estava em uma dessas comunidades criadas por mães, que tem como objetivo principal trocar experiência. O saber agir e o como agir em determinadas ocasiões, principalmente quando se é mãe ou pai de primeira viagem. Nesse grupo apareceu uma mãe angustiada, totalmente perdida. Ela disse que não sabia o que fazer. Notou que não estava mais vendo a sua filha de 5 anos correr na festa de aniversário das amiguinhas e que resolveu procurá-la. Foi então que viu, no canto de um dos brinquedos - esses que chamamos de brinquedões porque empilham e sobem, porque são grandes, tem obstáculos e várias atividades), um garoto aparentando uns 11 anos colocando as mãos nas partes íntimas da menina. Ela pegou a menina, saiu da festa na hora aos prantos. Não sabia se falava com os pais do garoto, com a mãe da garota da festa, ou se chamava a polícia. Ela era separada e o pai não estava presente. Agora se coloque no lugar dela. O que você teria feito? 

E quem já não ouviu histórias de professores que abusam de suas alunas, que meninos que abusam de meninas mais jovens? Muita calma nessa hora! A especialista Anna Lívia Soares explica quais suspeitas devem ser investigadas e a importância da ajuda profissional. 


Para Anna, psicóloga do Hapvida Saúde, o diálogo entre pais e filhos estabelecesse uma relação de confiabilidade, que se torna uma importante medida. "Orientar a não permitir que pessoas a toquem e fugir de abordagens suspeitas quando adolescentes. Importante também, que quando a criança tentar falar alguma coisa, que ela se sinta ouvida e acolhida. Ou seja, que o adulto não questione aquilo que ela está contando ou que tente responsabilizá-la por algo ocorrido", explica a especialista.

Os pais devem procurar ajuda profissional mediante suspeitas, assim os sinais e a atitudes diferentes podem ser investigadas. "Dependendo da estrutura emocional, apoio recebido, durabilidade do ocorrido, grau de agressividade ou da forma que foi conduzida a situação será possível eliminar traumas com o tempo", reforça Anna Lívia.

É comum as vítimas desenvolverem diversos distúrbios psicológicos, como, quadros depressivos, ansiedade, transtorno do pânico, tentativas de suicídio, instabilidade de humor, problemas de comportamento e rendimento escolar. Existe também a possibilidade desse trauma seguir até a vida adulta.

Mas como identificar que um menor de idade próximo está sofrendo com abusos? A psicóloga do Hapvida Saúde aponta os principais indícios:

• Variações de comportamento: a possível mudança no padrão de comportamento pode ser um fator facilmente perceptível, já que costuma ocorrer de maneira inesperada. Se a criança nunca agiu de determinada forma e, de repente, passa a agir, ou começa a mostrar medos que não tinha antes e mudanças extremas no humor. A alteração pode aparecer com relação a um indivíduo específico, o possível abusador, ou a uma determinada atividade.

• Rejeição: manifestar recusa e reprovação no que se refere ao abusador em diversas situações. Neste caso, vale o bom senso para identificar quando uma proximidade excessiva está fora do normal. 
• Regresso a estágios anteriores: recorrer a comportamentos infantis que já tinha abandonado, por exemplo, fazer xixi na cama, voltar a chupar chupeta ou chorar sem motivo aparente.

• Segredos: para garantir o silêncio da vítima, o abusador pode fazer ameaças e chantagens ou usar presentes para construir uma relação. Por isso, explique aos pequenos que nenhuma pessoa mais velha deve manter segredos com ela que não possam ser compartilhados com a mãe ou o pai.

• Questões ligadas à sexualidade: apresentar uma sexualidade mais visível. Em outras palavras, quando a criança nunca falou sobre o assunto e começa a criar desenhos similares a genitais ou brincadeiras de cunho sexual.

• Sinais físicos: sintomas de violência sexual que deixam marcas físicas, como lesões, hematomas, dores e inchações nas regiões genitais.

• Situações de negligência dentro do ambiente familiar: descuidos e irresponsabilidade colocam a criança em uma situação de maior vulnerabilidade, por exemplo, passar horas sem supervisão, sem apoio emocional da família e maus tratos sofridos em casa.

Um dias desses uma amiga minha, a Psicóloga Gláucia Maia, especialista em psicologia infantil, enviou um livro eletrônico bem curtinho, desenvolvido justamente para alertar as crianças sobre abuso sexual de uma forma clara e concisa. Pode ser mostrado para crianças a partir de 2 anos de idade sem problemas. Eu assisti o vídeo e realmente ele é bem bom, didático e simples, e acho que vale mesmo a pena usá-lo como forma de  orientar os nossos filhos e ou mesmo alunos (se você for professor ou professora). 



A comunicação e informação pode salvar-los desses indivíduos malfeitores. Compartilhem o máximo que puderem, nosso único objetivo é proteger à quem amamos.
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Férias escolares aumentam preocupação dos pais com os acidentes em casa

As férias escolares do meio do ano, mais conhecidas como recesso escolar, chegaram! Claro que ter um filho em casa em tempo integral pode ser mais divertido, e se você tem o privilégio de poder ficar com ele, seja conseguindo férias no seu trabalho, ou mesmo não precisando trabalhar fora (porque mãe trabalha e muito em casa), é ainda mais bacana. Mas nem tudo é um mar de rosas.

Ter os filhos dentro de casa por mais tempo e ter que gerenciar essa mudança na rotina, causa mais preocupação para os pais. Você sabia que nesse período os números de acidentes domésticos como quedas, choques elétricos, queimaduras entre outros aumentam?

Uma pesquisa da Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel) aponta o aumento dos números totais de acidentes de origem elétrica. Um aumento de 33,6% entre 2013 e 2017 parece e é assustador e alarmante. As crianças, apesar de não figurarem como sendo a maioria, ainda são vítimas de instalações elétricas malfeitas, porém os jovens adultos são os que mais se acidentam com eletricidade. 50% dos acidentes aconteceram com jovens entre 21 e 40 anos. 

A ilustração abaixo demonstra os dados alarmantes quando falamos de crianças a jovens, separados em duas categorias: de 0 a 5 anos e de 6 a 15 anos:


A pesquisa realizada pela Abracopel (Fonte: Anuário Estatístico Brasileiro dos Acidentes de Origem Elétrica - Ano Base 2017) demonstra um aumento de 35% em mortes de crianças entre 0 e 5 anos por choque elétrico. Já a morte pela mesma causa e período para crianças entre 6 e 15 anos aumentaram 27%.

A entidade revela que as principais causas dos choques elétricos foram:
* Tomadas sem proteção;
* Fios desencapados;
* Extensões; e
* Fuga de corrente em eletrodomésticos como ventiladores, geladeiras e máquinas de lavar. 


De acordo com o Ministério da Saúde, os acidentes ou lesões não intencionais são as principais causas de morte de crianças de um a 14 anos no Brasil e pelo menos 90% poderiam ser evitados com atitudes preventivas. Ao todo, mais de cinco mil crianças morrem e cerca de 110 mil são hospitalizadas anualmente.

Especialistas ressaltam que os cuidados preventivos dentro de casa precisam ser observados regularmente, pois as estatísticas mostram que os perigos mudam de acordo com o desenvolvimento e crescimento dos bebês e crianças. Enquanto o processo de desenvolvimento das habilidades motoras, cognitivas e sensoriais não é completo, as crianças ficam vulneráveis a uma série de riscos, portanto além das medidas a serem tomadas é preciso atenção constante.

Acidentes domésticos em relação à mortalidade

Acidentes domésticos em relação à hospitalização

Além de todos esses dados, mais alguns pontos que gostaria de deixar nesse artigo, como mãe experiente de duas meninas. Espero que elas sejam úteis, pois muitas delas me ajudaram e muito e eu não poderia deixar de compartilhar aqui.
Aqui em casa uma grande vilã em acidentes foi a gaveta dos brinquedos. pesquisando sobre o assunto li um artigo em que os médicos alertavam que prender as mãos na porta pode causar desde pequenos arranhões e inchaços, até lesões ou faturas graves, principalmente no caso dos bebês, cujos membros ainda não estão formados completamente. Por isso, é importante avaliação médica imediata após o acidente. Aí descobri que haviam várias alternativa para evitar esse tipo de acidente. E ainda legais! Coloque um protetor nas portas e gavetas para que a criança não prenda mãos e dedos, evitando acidentes:


Para quem tem criança na faixa de um ano e meio, da altura da mesa em formato quadrado ou retangular, vale muito a pena investir na proteção dos cantos. Muitos acidentes domésticos ocorrem pois as crianças tendem a andar ou correr em vota da mesa e bater a cabeça bem na quina, o que geralmente pode causar no mínimo um "galo", ou até mesmo um corte e alguns pontos.



Cuidado com móveis como racks, cadeiras, banquinhos e até mesmo a cadeira de alimentação. Lembre-se que dependendo da idade da criança, elas vão querer explorar tudo. Então poderão querer subir e um queda poderá ocorrer. Cuidado com os acessórios, os enfeites deixados próximos a altura da criança, principalmente baterias e moedas. Se elas forem ingeridas causarão sérios problemas de saúde e poderão levar seu filho ao óbito.

Produtos de limpeza tais como água sanitária, álcool, sabonete líquido, veneno para matar insetos, entre outros, tudo deverá ser mantido no alto, longe do alcance da criança de qualquer idade.

As crianças maiores, principalmente as do sexo feminino, começam a demonstrar um interesse maior por ajudar na cozinha. Cuidado! Os maiores índices de acidentes domésticos acontecem na cozinha. Lavar uma louça e quebrar um copo pode ferir um dedo ou a mão. Pegar uma faca então, nem quero imaginar o perigo. Um forno quente, uma panela aquecida, uma água fervento no canecão. Cuidado! Cozinha não é lugar de criança.

Algumas tarefas domésticas já podem ser ensinadas aos pequenos, de acordo com a sua idade, mas evite algumas como: levar o lixo pra fora, pois ao manusear o lixo sem os devidos cuidados seu filho pode ser exposto ao perigo. Evite ao máximo pedir para que ele remova o pó, pois se ele for alérgico poderá desenvolver alguma complicação clínica. O mesmo vale para varrer a casa.

Claro que esses são apenas alguns pontos abordados, porque quando você tem em casa uma ou mais criança, a supervisão é contínua. Eu tenho duas, e em questão de segundos um delas já me aparece com um machucadinho ou outro. Coisa simples, e claro isso vai acontecer. Estamos falando aqui de acidentes que comprometem a saúde do seu filho, deixando-a exposta de maneira muito mais intensa e perigosa.

Curta as férias, mas não se esqueça: um olho na diversão e o outro na segurança!
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Você sabe a real importância do creme antiassaduras no cuidado com a pele dos bebês?

Algumas coisas só paramos para pensar depois que nos tornamos mães de segunda viagem. É mais ou menos algo do tipo "caiu a ficha" sabe?

No hospital eles ensinam muitas coisas, as essenciais, e claro que isso faz muita diferença. Ensinam a dar banho, a fazer a higienização do bebê, a cuidar do umbigo (que creio eu seja uma das coisas que mais preocupam as mães), a pegada do bico para a amamentação. Mas depois que você sai do hospital, é com você!

Na verdade a preocupação dos pais começa desde o período da gestação, e isso é óbvio! Nós queremos zelar pelo bem-estar de nossos filhos e isso vai acontecer por toda a vida, até o momento que partirmos dessa vida que estamos. Eles serão sempre o principal motivo de nossa existência, nossas eternas crianças, nossa fonte de inspiração e também de preocupação. Porém, assim que eles nascem, seja o primeiro, o segundo, terceiro ... os cuidados se redobram, pois, como ainda são muito pequenos e indefesos, necessitam de muita atenção para crescerem saudáveis. E, nos primeiros anos de vida, uma parte do corpo que requer muito cuidado é a pele, que está mais suscetível a alergias e irritações por ser bastante sensível e delicada.

Imagem: reprodução

Achei tão estranho quando me orientaram no hospital a fazer a higienização usando gaze ao invés de lenços umedecidos no primeiro mês. Mas entendi que era melhor devido ao composto químico, já que os lenços possuem agentes que poderiam irritar a pele sensível do bebê. Então eu usava gaze molhada em água filtrada. Mas uma coisa me falaram: use um creme antiassadura, porque você não tem ideia da dor que o seu filho pode sofrer se ele ficar assado! Escolha um creme que não seja grudento, que seja fácil de remover, de preferência sem fragrância ou com perfume bem leve e suave. Já vi algumas pessoas usando maisena, mas essa não foi a recomendação que recebi. Se se alguém quiser saber a minha opinião, eu não recomendo.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), estima-se que até os 2 anos de vida, 25% das crianças sofrerão com assaduras – inflamação causada pelo contato prolongado da pele com as substâncias presentes nas fezes e na urina que ficam na fralda e que podem agredir a pele delicada do bebê. Eu tenho uma filha de 2 anos e outra de 5 anos e elas NUNCA sofreram disso. Então, não sei como é ter uma criança com assadura. 

Uma vez a minha filha mais velha desenvolveu um alergia um pouco acima do bumbum, e a levei na dermatologista. Ela passou um remédio e logo ela ficou ótima. Não era a fralda, era uma alergia do calor, que com o uso da fralda, que abafava o local, dificultava o processo de tratamento. Nesse momento a médica, que é bem conhecida e conceituada na minha cidade, me relatou que uma de suas filhas teve assadura e que ela sofreu muito, pois mesmo sendo dermatologista, não podia fazer muito, pois o processo de tratamento é demorado e que realmente doia demais. E ela chorava junto com a filha, porque mesmo com todo o seu conhecimento ela nada podia fazer. Então ela disse: o melhor remédio é a prevenção!

Hoje eu trago aqui esse artigo justamente para falar desse assunto tão importante. Ver um filho sofrendo é sofrer duas vezes e mãe nenhuma quer isso! Então trabalhe na prevenção. O ideal é fazer a higiene completa da região íntima do bebê com água morna e algodão (eu prefiro gaze porque algodão deixa aqueles fiapinhos sabe?), removendo delicadamente eventuais resquícios de fezes, urina, pomadas e outras secreções. Depois aplique um bom creme ou pomada antiassaduras. Por aqui eu uso o Bepantol® Baby, que é um creme preventivo com fórmula pura e livre de agentes irritantes, após cada troca de fralda. Ele tem um perfume bem suave e o que eu acho mais legal é que ele não tem aquela textura grossa, então é fácil de espalhar e de remover na próxima troca de fraldas.

Ainda citando este fator, trocar a fralda sempre que parecer cheia também ajuda bastante nessa prevenção. Isso porque a região fica mais favorável ao aparecimento das assaduras quando fica muito tempo exposta à umidade e ao calor. Portanto, é importante manter a pele do bumbum do bebê sempre limpa e seca para ficar longe desse tipo de inflamação.

Ao escolher o antiassaduras ideal para a pele do bebê é importante levar em consideração alguns pontos. E para poder levantar esses pontos e deixar um texto bem bacana e explicativo eu contei com a ajuda da Bepantol Baby:


Saúde para a pele do bumbum do bebê
Quanto menor a quantidade de componentes como fragrâncias e aromas na fórmula de um produto infantil, menor a chance de desencadear alergias no bebê, sobretudo em crianças que já possuem algum histórico de intolerância. Bepantol® Baby é amplamente recomendado, pois oferece um cuidado a mais para os bebês com sua fórmula única e pura, livre de conservantes e agentes irritantes, como fragrâncias, corantes e conservantes.



Abafar a pele do bebê contribui para o aparecimento de assaduras.
Escolher produtos preventivos que protegem e hidratam a pele, sem grudar e que saem facilmente a cada troca, são fatores muito importantes para a escolha do creme antiassaduras. Bepantol® Baby cria uma camada transparente e protetora sobre a pele do bebê, favorecendo a respiração da região, de modo que não fique abafada, mantendo-a sempre saudável.


O produto ainda contribui para a restauração natural da pele. Fácil de ser aplicado e removido, Bepantol® Baby não agride o bumbum dos pequenos na hora da troca de fralda e não mancha as roupas.


O mais bacana é que conforme seu bebê vai crescendo ele vai usando menos e, pensando nisso, a Bayer disponibiliza o produto em várias gramaturas diferentes:


30 gramas – R$ 19,90;
60 gramas – R$ 35,90;
100 gramas  – R$ 50,90.
Preço médio sugerido de Bepantol® Baby


Para mais informações sobre Bepantol Baby, acesse http://www.bayer.com.br.
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Como Mãe, o que te faz sentir culpada?

Não adianta, parece que ser mãe é sinônimo de culpa! E isso já começa na gestação.

Você se sente culpada se está comendo em demasia, pelo que está comendo ou pelo que deixou de comer. Se sente culpada pensando se está exagerando no exercício que está praticando, ou se está sendo sedentária demais. Se sente culpada se a roupa que usa está apertada ou vulgar demais, se está seguindo a risca as recomendações médicas ou o pré natal, se o bebê está se desenvolvendo normalmente, se o seu corpo não está gerando alguma proteína necessária e até mesmo se o seu gene não irá, no futuro, causar um problema genético ou uma doença auto imune. Tudo, tudo na sua vida gira em torno da neura a qual chamamos de culpa. Uma culpa única e exclusiva sua, a qual você não pode delegar a ninguém, nem ao menos ao seu companheiro. Aliás, você sabia que é o homem quem define o sexo do bebê? Já ouvi inúmeros relatos de mãezinhas aos prantos abandonadas pelos seus companheiros porque eles queriam menino ou menina e quando descobriram que o sexo era o oposto do que desejavam, acabaram por abandona-las. O que? mais uma para sua conta também!

Mas calma. O bebê ainda não nasceu. O seu "copo" de culpa ainda está só começando a "encher". Quase nos finalmente começa a pressão: Você vai esperar pelo parto normal né? (para muitas pessoas fazer uma cesariana é o mesmo que não ser "mãe de verdade"). Aí você sofre por horas em trabalho de parto, não tem dilatação e precisa passar por uma cesária para salvar a sua vida e a do bebê. Resultado? Culpa sua!

Vai para o quarto, e o tal do colostro não vem. Sem colostro, sem leite materno. Aí você tem que recorrer ao que? Leite artificial. Culpa sua! Com certeza não se alimentou bem, não praticou exercícios físicos, não seguiu as recomendações médicas, e por aí vai...

Imagem Reprodução

O filho vai crescendo e por mais que você se dedique é muita coisa. As cobranças aumentam a medida que o estresse cresce, isso sem falar nas noites mal dormidas, na canseira porque além do bebê você tem que cuidar da casa, das roupas, mas de você não porque ninguém lhe dá esse direito. Na hora de criticar muita gente aparece, mas na hora de ajudar todo mundo simplesmente "plim", desaparece. E tem muito companheiro que não ajuda em nada. Muitos ainda acham que dando lá um trocado "tá tudo certo". Mãe é gente, mãe é de carne e osso, mãe tem o direito de se sentir cansada, de se estressar e até de gritar por socorro. E sabe o que acontece quando fazemos isso? Somos criticadas! Somos julgadas! Somos mal compreendidas! E somos sim chamadas de loucas!

Se você chega nesse estágio o que você precisa é de ajuda. E você deve sim pedir socorro. Mas o que acontece? Você ouve um sermão, principalmente dos mais próximos, que são aqueles que mais te magoam. Sua mãe diz "eu não queria ter uma nora assim". Sua sogra diz "eu não criei meu filho assim". Sua irmã diz "acho que você não deveria ter tido um filho". Sua cunhada diz "você não nasceu pra ser mãe". Seu companheiro diz "o bebê acordou, hora de levantar para amamentar ou fazer a mamadeira". Sua melhor amiga diz ... deixa pra lá, ela se esqueceu de você e nem apareceu para te fazer uma visita, ver como você estava e conhecer o seu filho.

E mãe sofre não só como mãe ... mãe sofre como mulher, como pessoa!

Se você passou ou está passando por isso, eu posso dizer: estamos juntas! Calma, você não é a única, não está sozinha! Não se sinta mal e nem culpada. Só uma mãe que vive isso agora sabe o tamanho do fardo que carrega. O tempo passa e com ele leva essas lembranças e por isso a sua mãe e a sua sogra acabam esquecendo e fazendo tais comentários. A maternidade é linda, tem muita coisa gostosa que pode e deve ser aproveitada, mas traz com ela o seu outro lado, que as pessoas sentem medo, vergonha ou receio de falar. Mas é a verdade, ou você acha que o seu filho de um mês troca fralda sozinho, toma banho sozinho, já come sozinho? Não! ele depende de você basicamente pra tudo, porque poucos pais ainda dividem as tarefas maternas. Agora seja sincera: você acabou de passar por uma gestação de 9 meses, e na melhor das possibilidades (sem ter ficado internada, sem ter tido problemas de saúde como depressão,  ansiedade, pressão alta ou mesmo parto prematuro), sofreu pra dormir no último mês, já vem de uma rotina cansativa embora tenha sido uma das experiências mais marcantes da sua vida. É como diz o ditado popular, e se é popular é porque o "povo" acredita mesmo: "ser mãe é padecer no paraíso". 

Você acha que os primeiros dias, as primeiras semanas e o primeiro mês é um paraíso? Pode até ser se você tiver apoio e ajuda. Não adianta tentar "tapar" o sol com a peneira. Todo mundo diz "aproveita essa fase, passa tão rápido". Eu acho essa frase 100% verdadeira, o tempo passa rápido e não perdoa. Mas sinceramente? Com um milhão de coisas a serem feitas, será que você vai conseguir aproveitar?

Depois de muito tempo, terapia e reflexão eu cheguei a uma conclusão. E por isso resolvi escrever esse artigo. Proponho uma leitura aprofundada e uma longa pausa para reflexão. 

NÃO! EU NÃO SOU CULPADA! As pessoas é que me fazem me sentir culpada. Os julgamentos, as palavras, os atos. Tudo isso trazem o sentimento de culpa. Mas isso significa que a CULPA é minha? Olha só a palavra culpa mais uma vez no nosso vocabulário.

Na verdade somos condicionadas a certos comportamentos. A culpa é uma delas. Certas pessoas fazem comentários para que possamos crescer, melhorar. Mas infelizmente o ser humano tem dentro de si a maldade. E muitas delas fazem críticas com a intenção de te ver mal, simplesmente porque elas ganham forças com a sua fraqueza.

Parece fácil falar, e é! O difícil mesmo é fazer mas tenho tentado. Ouça as críticas, os julgamentos. Não precisa dar de ombros, fazer cara feia, ignorar. Faça aquela cara tipo "alface", onde o comentário entra por um ouvido e sai pelo outro. A vida é sua e só você sabe o que é melhor para a sua vida e o da sua criança. Faça terapia, procure por pessoas que você realmente confia para desabafar. Não faça da sua vida um livro aberto. Não saia reclamando aos quatro cantos. Seja forte, ganhe auto estima. Acredite no seu potencial e você verá que a culpa não é sua, a culpa simplesmente é o reflexo da falta de confiança e da maldade do outro.

Para terminar o meu artigo deixo aqui um mensagem para TODOS:


Porque respeito é bom e todo mundo merece.

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Não a Adultização Infantil

A infância é uma fase tão linda! A curiosidade leva a tantas descobertas, que são comemoradas por pais e filhos. E com o incentivo levam ao desenvolvimento psíquico, físico e motor. A criatividade aflora e através do lúdico a criança aprende. E essa é a fase mais gostosa da vida. A criança ainda não sabe o valor do leite, do café, embora saiba que é preciso trabalhar e ter dinheiro para poder comprar. E nessa fase o que vale é mostrar o lado bom da vida, pelo menos até os seis anos de idade, para que ela saiba que a vida é linda, e que vale a pena viver. Claro que depois disso ela vai, aos poucos, tomando conhecimento que existe a guerra, que pessoas morrem, que crianças passam fome e frio. Ou seja, a realidade do mundo. Não dá para esconder.

Mas até quando vai a infância?
Especialistas afirmam que a infância vai do nascimento até os onze anos de idade. Mas confesso que na atualidade esse período, considerado infância, já foi reduzido. Infelizmente hoje já vemos mãezinhas de apenas doze anos. Uma triste realidade, porque parte de sua infância e de toda a sua adolescência lhe foram tiradas. 

E se há um tempo pra tudo (a espera dos nove meses na barriga, o tempo certo para introduzir os alimentos sólidos, o tempo certo para o bebê sentar, engatinhar, andar, falar etc), existe também o tempo certo de apresentar a eles brinquedos mais complexos, roupas com cara e estilo de mocinhas ou de adultos. Mais uma vez eu ressalto: toda criança tem o seu tempo! Você pode ser uma apaixonada por filme de terror que não vai conseguir entrar no cinema com a sua criança de seis anos. Fato, ponto. Não adianta argumentar.

Há algumas semanas atrás eu abri uma enquete em uma das minhas redes sociais em que mais de 600 leitores participaram. E 98% deles disseram que criança devem sim se vestir como crianças. O assunto pode até ser polêmico, então vou deixar registrado aqui a minha opinião e a desses meus leitores ok? Fiquem a vontade para comentar, respeitando o comentário e a opinião de cada um. Afinal, somos serem pensantes e ninguém é obrigado a pensar como o outro.

Eu tenho aqui no meu blog um espaço semanal de editoriais de moda infantil. E quando digo infantil é infantil mesmo! Vale maria chiquinha, trança, rabo de cavalo. Procuro sempre por roupas que tenham a cara e o jeito de criança. Esse é o foco. Criança é criança! Vejo cada foto que fico "passada". Já vi vídeos de mães maquiando crianças de um ano - as maquiagens infantis são recomendadas apenas para maiores de 5 anos, e só brilho e blush. Já vi crianças com botas Over the Knee, roupas justas com modelos de adultos. Já vi crianças de biquinis com apelo sexual. Claro que cada mãe é responsável pelo seu filho e tem o direito de escolher a roupa ou os acessórios que ele deve usar. Mas vamos apelar para o bom senso?

Depois de apenas começarmos com essa simples reflexão, vou mostrar algumas fotos retiradas das redes sociais, que mostram algumas meninas usando o look sensação do momento: blusas ciganinha (aquelas com elásticos e que são usadas abaixo do ombro e com a barriga de fora), combinando com calça flare (aquela que fica justa na perna e tem a boca larga). Uma foto mais medonha que a outra. Fiquei horrorizada porque além do look ser bem adultizado, eles não são nada confortáveis para crianças. 


Essas crianças são uma fofura. E eu não estou expondo aqui nenhuma delas antes que alguém diga alguma coisa. Não tem nome, não tem rosto, não tem nada que as identifique. O que eu quero mostrar? Vamos lá!

Na primeira foto gostaria que alguém me respondesse como uma criança conseguiria brincar ou correr com uma calça dessa. O modelo flare é lindo, mas sinceramente? Essa ai ficou cafona demais porque está muito longa. Agora a blusa. Gente, quase mostrando os "peitinhos" da criança!

Já no segundo look eu confesso que AMEI a estampa da calça. Amo um floral. Se estivesse um pouco mais ajustada com comprimento estaria perfeita para o uso. Só não gostei mesmo foi da barriga de fora. Isso deixou o look adultizado.

No terceiro look temos cores muito fortes. Faltou harmonizar mais. Talvez um azul em tom coral deixasse o look mais suave. E, novamente o comprimento da calça. Pecado mortal gente! Isso sem falar na tal da ciganinha. Se ela tivesse uma alcinha, lacrava, porque não deixava o ombro todo de fora e deixaria o look mais delicado e confortável.

Então a dica para quem usar flare, que claro, é tendência e está sim liberado para as meninas é: cuidado na hora de harmonizar as peças, o comprimento e também a largura. Não precisa ser aquelas enormes não. Essa combinação ficou perfeita. Serve como inspiração:


Agora voltando à nossa reflexão:
Você já reparou que cada vez mais as crianças estão ficando precoces? Aos seis anos ganham celulares, aos dois já escolhem a própria roupa, aos nove já não querem mais beijo dos pais na frente da escola, e por ai vai.

No meu tempo eu subia em árvore, andava de bicicleta, brincava de queimada ... eu sim tive uma infância. As roupas eram escolhidas pela minha mãe, assim como calçados e acessórios. Me sinto quadrada hoje por pensar assim? De forma alguma! Acho que a exposição demasiada de crianças vestidas como adultas e tendo comportamento como tal estão exageradas. De quem é a culpa? (a pausa agora é para a sua reflexão)

Penso que tudo tem a sua idade. E por que não respeitá-la? Vamos deixar as crianças fazerem aquilo que elas gostam e sabem fazer: serem simplesmente crianças!


Essa imagem demonstra muito bem o que eu quero dizer. Criança vestida como criança e brincando como criança. E tem mais, criança não namora nem de mentira! Vamos abrir os olhos e nos conscientizar de que elas terão muito tempo para serem adultas e com isso assumir novas responsabilidades. Mas agora, o que vale é a diversão!

Todas as imagens são reproduções
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Aborto: você é a favor ou contra?

A gravidez ocorre no período fértil da mulher, quando o óvulo está pronto para ser fecundando. Assim que ocorre uma relação sexual, os espermatozoides do homem começam uma corrida desenfreada para chegar até o óvulo e o melhor de todos, o mais rápido e assim considerado o mais saudável é aquele que penetra no óvulo. Assim ocorre a fecundação.

Muito se questionam quando esse óvulo fecundado, que se transforma em embrião, começa de fato a ter vida. "Primeiramente é preciso definir quando tem início a vida, o que encontra explicação na embriologia, ciência que estuda o processo de desenvolvimento do ser humano desde a concepção até o nascimento. Essa ciência demonstra que desde o início da formação da vida humana, temos todos os elementos de um ser único, diferente de qualquer outro. Até a 7a semana, ocorre a expansão do ser humano, quando a mulher muitas vezes sequer sabe que está grávida. Não há sequer certeza se o córtex cerebral esteja formado exatamente na 12a semana ou antes. ", afirma a advogada Regina Beatriz Tavares da Silva.

O fato é que ao final do primeiro mês o bebê já é do tamanho de um grãozinho de arroz. Já existe uma vida ali, pois nessa fase o seu cérebro, coração, sistema nervoso e coluna vertebral já estão se formando. Já com dois meses de gestação, o bebê já tem a cabeça bem grande, os olhos, as orelhas e a boca começam a aparecer. Com três meses o cérebro, estômago, intestinos, ossos e músculos já estão mais desenvolvidos e passando a trabalhar em conjunto. O corpo já está quase pronto. A partir desse momento ele é chamado de feto.


É impossível tratar do tema aborto sem gerar polêmica. Algumas são a favor, mas a maioria da população brasileira é contra, por considerar, assim como previsto em lei, que esse é um crime contra a vida, e portanto uma eutanásia.

O que diz a lei
A Constituição Federal permite o aborto apenas nos seguintes casos: quando a vida da mãe está em risco ou quando a gravidez é resultado de estupro. O STF (Supremo Tribunal Federal) permitiu o aborto em caso de anencefalia. Há possibilidade de interromper a gravidez também, quando o feto não tem condições de sobreviver, ou seja, se o cérebro não se desenvolve, condição chamada anencefalia.

Tendo planejado ou não, sendo casada ou solteira, adolescente ou mulher, a verdade é que a gravidez é um processo natural, para o qual o corpo da mulher está preparado desde quando estava se desenvolvendo dentro da barriga da sua mãe. Mas se você não está preparada para os inúmeros desafios que a maternidade lhe trará, poderá ficar na dúvida: quero ou não esse bebê?

É simplesmente muito fácil dizer sim ao aborto quando você já nasceu. Afinal, a vida é sua e você tem poder sobre ela. Será? Então surge a questão:  Se você não desejava um filho, por que não se preveniu? 


Nunca devemos julgar uma mulher grávida porque nunca sabemos o outro lado da história. O fardo que a pessoa carrega, os desafios que ela teve e que terá que enfrentar. Mas sinceramente? A imagem acima é chocante! Como pode uma mulher grávida pedir a legalização do aborto? Não quer ter um filho? Simples! Faça sexo seguro usando camisinha, use métodos anti concepcionais ou não faça sexo. Em um mundo onde existem inúmeras formas de se evitar uma gravidez é inconcebível ver uma cena como essa! Triste demais.

Sabemos que o Brasil é carente de infra estrutura, saneamento, educação, habitação e que ainda existe a necessidade de uma ação conjunta de toda a sociedade para diminuir o número de gestações não planejadas. Partindo desse princípio é importante a conscientização e o trabalho de toda a sociedade no sentido de evitar a gravidez indesejada. Como exemplo de ações que poderiam diminuir o número de mulheres que recorrem aos abortos ilegais, existe a necessidade imediata de ações, coordenadas pelo Estado, de planejamento familiar e uma propaganda mais efetiva que mostre à população os diversos métodos anticoncepcionais existentes, além de sua distribuição gratuita, sobretudo aos mais carentes.

Vemos pessoas sem o mínimo possível de condições básicas para manter uma estrutura familiar saudável, com três, quatro, cinco ou mais filhos que passam os dias na rua. E aí mora o perigo. Viram pedintes em semáforos, fogem de casa por maus tratos, perambulam pelas ruas maltrapilhos, passamo frio, sede, calor e fome. Sim, o sistema brasileiro está falido. Se tivéssemos o mínimo de condições de educar jovens e adolescentes sobre o sexo, muita coisa seria diferente. 

Quando falamos em gestação, não estamos falando apenas da mulher e mais de uma vida, ainda no ventre de sua mãe. Uma criança que terá uma vida fora dela. Será justo tirar isso dela, se nem ao menos ela pediu para vir ao mundo?

O mais triste é que em muitos casos, principalmente em gravidez não desejada por adolescentes, é que o pai da criança seja um omisso. Não queira saber do bebê e segue a sua vida como se não tivesse sua participação na criação dessa nova vida. Com certeza para um mulher, principalmente as mais jovens, se sentirem desamparadas. Outras, pelo medo de contar a família tentam desesperadamente realizar um aborto.

No Brasil foi publicado em 2010 a Pesquisa Nacional do Aborto. Os pesquisadores da Universidade de Brasília (UNB) realizaram a pesquisa com mulheres entre 18 e 39 anos, alfabetizadas e residentes nas áreas urbanas. É possível que os números sejam ainda maiores se considerar mulheres não alfabetizadas e de áreas rurais. Alguns dados da pesquisa:

* 55% das mulheres precisou de internação por complicações decorrentes do aborto;
* 48% das pesquisadas referiu ter usado medicamentos para abortar;

* 13% delas relatou ter feito aborto entre 16 e 17 anos;
* 16% entre 18 e 19 anos;
* 24% entre 20 e 24 anos.

Massagens que podem provocar aborto, chás, remédios abortivos e até mesmo abortos realizados em clínicas clandestinas - já que o aborto ainda é considerado ilegal - põe em risco não apenas a vida do bebê mas também da mãe. Nos próprios noticiários já pudemos acompanhar casos em que a mãe, ao tentar abortar, acabou morrendo. Mas voltaremos ao assunto principal: o da vida, ao direito de viver.

Há estudos que demonstram que o feto pode sentir dor. Por esse motivo, muitos consideram que deveria ser totalmente proibido, principalmente, em estágios mais avançados da gestação, que tornam o aborto mais complicado.

Nada impede que uma grávida que não deseje ter um filho, ainda mais em casos de bebês que desenvolvam alguma doença ou que tenham sido gerados com síndorme de down, siga com a sua gestação até o final. Existe a possibilidade de entregar a criança para doação. Sabemos que no Brasil, embora o processo de adoção seja extremamente burocrático, há uma fila enorme de famílias que sejam adotar. Essa é uma maneira de garantir a vida, e dar a oportunidade a essa nova criança de viver, se desenvolver e se tornar um adulto.

Há de se considerar, por outro lado, que muitas vezes as grávidas, ao darem a luz, acabam abandonando suas crianças. São inúmeros relatos de crianças recém nascidos que foram abandonados em caixas de papelão na rua, em banheiros públicos ou simplesmente jogadas na lixeira. Essa também é uma forma de aborto, já que esses bebês são deixados, praticamente, para morrer. Muitas mães que resolvem ficar com o filho, muitas vezes, por não desejarem a gravidez, acabam cometendo maus tratos, o que é ainda pior. Bebês com dias de vida sendo espancados, crianças sendo rejeitadas, queimadas com bituca de cigarros, deixadas nas ruas. Infelizmente essa é uma realidade da qual a sociedade não pode simplesmente fechar os olhos. Mas essas crianças também estão amparadas pela lei. O conselho tutelar supervisiona esses casos, que inclusive, podem ser denunciados de forma anônima por qualquer pessoa.

Se você não deseja o bebê que está se desenvolvendo dentro de você, não cometa o crime da eutanásia. Não quer ficar grávida, previna-se. Estando grávida, coloque o filho para adoção assim que ele nascer. Todos nós temos direito a vida, e isso está na constituição brasileira.



O aborto envolve questões morais, éticas, religiosas e outras que tornam o assunto muito complexo e polêmico. É muito importante saber dos riscos que representa para a saúde da mulher e das consequências que isso pode trazer para o resto da sua vida. Diga não ao aborto, e diga sim para a vida!
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