Quer ficar ainda mais linda? Confira a sugestão de produtos que realçam a sua beleza

Mãe vaidosa é aquela que além de cuidar muito bem dos filhos, também encontra um tempo para cuidar de si. É como eu sempre digo: antes de sermos mãe, somos mulheres!

Cuidar do visual, seja um roupa nova, um calçado, um perfume ou bons produtos para a pele ou para fazer aquela make, levantam sempre o astral e a auto estima. 

Para hoje preparei uma seleção especial de produtos de beleza, para você se inspirar e cuidar mais de si mesma:


1 - Máscara Facial Calmante e Antioxidante – R$ 101,00
A Máscara Facial Calmante e Antioxidante suaviza as marcas do dia-a-dia e protege a pele contra as agressões externas. Os polifenóis do óleo de semente de uva possuem poder antioxidante, prevenindo o envelhecimento precoce, enquanto a argila 100% natural estimula o aumento de colágeno, essencial para a manutenção de uma pele com aspecto jovem e saudável.
http://vinotage.com.br     SAC 0800 721 1875

2 - Hidrante Facial Vitis – R$ 80,60
Previne o envelhecimento cutâneo graças aos polifenóis das sementes de uva que possuem ação contra os radicais livres, deixando a pele do rosto protegida das agressões do dia-a-dia. Conta ainda com os lipossomas de Coenzima Q10, os quais penetram profundamente na pele e auxiliam na renovação celular. Conteúdo da embalagem: 30g.
http://vinotage.com.br  SAC 0800 721 1875

3 - Hidrante Corporal Leite de Uvas – R$ 85,95 
Com textura ultraleve, possui rápida absorção e é ideal para o cuidado da pele em regiões de clima quente e seco, pois devolve o brilho e a maciez natural. A presença do Ômega 6 ajuda a nutrir e proteger a pele das agressões diárias, auxiliando na prevenção do envelhecimento precoce.
Produto oil free (livre de óleo) que deixa a pele lisa, macia e com toque seco. Aplicar sobre o corpo todo após o banho. Não contém Parabenos. Testado dermatologicamente. 200 ml.
http://vinotage.com.br    SAC 0800 721 1875

4 - Água Termal Mineralizante de Vichy - R$ 64,90 - 150ml

Rica em 15 minerais, a Água Termal Mineralizante tem resultados comprovados em reforçar as defesas naturais da pele contra as agressões do dia a dia – como poluição, exposição aos raios UV, mudanças de clima e outras - além de ter ação antioxidante e hidratante. Um cuidado essencial na rotina diária para a saúde da pele.
Site: http://www.vichy.com.br  SAC: 0800 701 1552

5 - Loção Hidratante Satin Body™ - 192 ml R$ 46,00
A Loção Hidratante Satin Body® é um tratamento ideal para peles expostas aos fatores do meio ambiente como, vento, ar seco e poluição. É ideal para todos os tipos de pele e hidrata a pele por até 24 horas.
www.marykay.com.br

6 - Kit Lábios de Seda Satin Lips® (Bálsamo + Máscara)
Preço: R$75,00
O Kit Lábios de Seda, é um sistema único de cuidado com os lábios, composto de dois produtos que delicadamente esfolia e hidrata os lábios, mantendo-os macios e com textura lisa.

7 - Protetor Labial com FPS 15 Mary Kay® 4,5 g R$34,00
Protetor Labial com FPS 15 Mary Kay® ajuda a proteger os lábios contra os efeitos da exposição ao sol e ao vento.
Forma uma camada protetora invisível nos lábios, mantendo-os hidratados, macios e suaves.
Proporciona proteção contra os raios UVA e UVB.
À prova d'água, isento de fragrância e dermatologicamente testado.
www.marykay.com.br


8 - Vitamina C Activating Squares™ Timewise® 

Embalagem com 12 unidades R$79,90
Vitamina C Activating Squares™ TimeWise® não é um líquido nem um pó, é um produto revolucionário de cuidados com a pele em forma de quadrado, que ao dissolver na palma da sua mão, se transforma em Vitamina C pura. Perfeita para potencializar os benefícios do seu Sérum preferido.
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1 - Sexy Florever, de Agatha Ruiz de la Prada – R$ 69 (30 ml)
Perfume Agatha floral frutal feminino. A saída cítrica da Toranja em no Perfume Sexy Florever, de Agatha Ruiz de La Prada, logo dá espaço ao suco adocicado do Pêssego e à delicadeza alegre da Frangipani. O toque exótico e marcante da Peônia e do Jasmim é acentuado pela resina de Benjoim. A composição passional do fundo de Baunilha e Âmbar faz de Agatha Ruiz de La Prada Sexy Florever um perfume completamente provocante.

2 - Queen of Seduction Absolute Diva: R$ 139 
Um perfume refrescante, único e magnético, que fará você sentir-se forte e poderosa. Como uma autêntica diva que sabe como utilizar todas suas armas para transformar-se na rainha da sedução.
Uma onda de frescor frutado evoca, já desde as primeiras notas de saída, a personalidade sedutora dessa diva. Na nota de coração, o moderno e sofisticado coração floral transforma-se em um aroma absolutamente feminino. SAC 0800 704 3440

3 - Purple, de Benetton - R$ 99,00 (50ml) e R$ 139,00 (80ml)
PURPLE é a nova fragrância que se une à coleção COLORS. Esta fragrância abre-se com o frescor cintilante da bergamota e da toranja, os quais contrastam com a forte personalidade do néroli. O coração da composição revela toda sua feminilidade com um envolvente buquê floral composto por intensas notas de jasmim, rosa e frésia que revelam sutilmente um fundo de gourmand praline irresistível, no qual a combinação de patchuli e musk agrega viciosidade e sensualidade ao perfume.

Redken – All Soft Mega
Redken apresenta um novo serviço com Mega Nutrição Instantânea para acabar com o cabelo palha. O ALL SOFT MEGA transforma os cabelos extremamente secos ou ressecado em resultados de maciez, brilho, hidratação e nutrição instantânea! A nova tecnologia possui o poderoso SuperFood Nutri-Complex, um complexo com 3 ingredientes naturais riquíssimos em nutrientes essenciais - ÓLEO DE SACHA INCHI, ALOE VERA e EXTRATO DE CACTOS.
A linha inclui
All Soft Mega Shampoo - Preço Sugerido: R$108,00
All Soft Mega Conditioner - Preço Sugerido: R$140,00
All Soft Mega Mega Mask - Preço Sugerido: R$219,00
All Soft Mega HydraMelt - Preço Sugerido: R$165,00
SAC: 0800 701 7237



1 - Everlasting Liquid Lipstick R$99,00
Disponível em 42 tonalidades cremosas, este batom líquido inovador tem longa duração e coloração ultrapigmentada. Sua fórmula cremosa e de alta coloração é tão fácil de aplicar quanto o gloss, mas proporciona lábios em tons mate com uma sensação de leveza que dura o dia todo. É rico em ingredientes que auxiliam o bem-estar natural da pele, como a vitamina E e a semente de girassol, para você usar seu batom mate por bastante tempo.
SAC 0800 170 506 ou www.sephora.com.br

2 - Batom Líquido Everlasting Glimmer Vei
Preço R$ 129,00 - LANÇAMENTO
Everlasting Glimmer Veil é o melhor batom líquido para satisfazer a obsessão pelo brilho. Esta fórmula revolucionária combina a mesma longa duração, a inovação da suavidade e a leveza por trás do Everlasting Liquid Lipstick, com um acabamento multidimensional de cristal líquido. O resultado é o primeiro batom cintilante com duração de 24 horas do mundo.

3 - Iluminador Dew Drops Coconut Gel R$ 283,00 (LANÇAMENTO)
Para alcançar uma pele com look fresco neste verão, aposte no gel/creme luminoso que proporciona um aspecto brilhante e reluzente instantaneamente. A cor pêssego e dourado garante um brilho estonteante, facilmente aplicada na cútis com sua fórmula de gel, que pode ser usada isoladamente ou misturada ao primer ou base. Turbine o iluminador com uma fórmula de skincare que apresenta cinco formas de coco e provitamina B5 para hidratar e nutrir.
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4 - Fit Me de Maybelline - R$ 36,90
A Base Fit Me de Maybelline tem efeito matificador e alisador, garantindo uma pele sem brilho com textura uniforme e tom igualado. Maybelline New York traz para a primeira linha de produtos para face 100% produzida no Brasil.
SAC 0800 701 0114

5 - Delineador Ink Liner R$119,00
Esse delineador campeão de vendas, que vem com um aplicador de feltro, está disponível em cores impactantes. Seu aplicador de feltro inovador, absorve o máximo possível da fórmula para que cada aplicação seja superconcentrada, proporcionando linhas marcantes imediatamente. Super fácil de usar, a ponta de feltro cônica cria um ponto de contato preciso para um delineado sem esforço, com uma única aplicação. Ideal para criar contornos marcantes, definidos e detalhados. Crie um look perfeito, dia e noite, com sua fórmula de longa duração, resistente a desbotamentos e borrões.
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Aborto: você é a favor ou contra?

A gravidez ocorre no período fértil da mulher, quando o óvulo está pronto para ser fecundando. Assim que ocorre uma relação sexual, os espermatozoides do homem começam uma corrida desenfreada para chegar até o óvulo e o melhor de todos, o mais rápido e assim considerado o mais saudável é aquele que penetra no óvulo. Assim ocorre a fecundação.

Muito se questionam quando esse óvulo fecundado, que se transforma em embrião, começa de fato a ter vida. "Primeiramente é preciso definir quando tem início a vida, o que encontra explicação na embriologia, ciência que estuda o processo de desenvolvimento do ser humano desde a concepção até o nascimento. Essa ciência demonstra que desde o início da formação da vida humana, temos todos os elementos de um ser único, diferente de qualquer outro. Até a 7a semana, ocorre a expansão do ser humano, quando a mulher muitas vezes sequer sabe que está grávida. Não há sequer certeza se o córtex cerebral esteja formado exatamente na 12a semana ou antes. ", afirma a advogada Regina Beatriz Tavares da Silva.

O fato é que ao final do primeiro mês o bebê já é do tamanho de um grãozinho de arroz. Já existe uma vida ali, pois nessa fase o seu cérebro, coração, sistema nervoso e coluna vertebral já estão se formando. Já com dois meses de gestação, o bebê já tem a cabeça bem grande, os olhos, as orelhas e a boca começam a aparecer. Com três meses o cérebro, estômago, intestinos, ossos e músculos já estão mais desenvolvidos e passando a trabalhar em conjunto. O corpo já está quase pronto. A partir desse momento ele é chamado de feto.


É impossível tratar do tema aborto sem gerar polêmica. Algumas são a favor, mas a maioria da população brasileira é contra, por considerar, assim como previsto em lei, que esse é um crime contra a vida, e portanto uma eutanásia.

O que diz a lei
A Constituição Federal permite o aborto apenas nos seguintes casos: quando a vida da mãe está em risco ou quando a gravidez é resultado de estupro. O STF (Supremo Tribunal Federal) permitiu o aborto em caso de anencefalia. Há possibilidade de interromper a gravidez também, quando o feto não tem condições de sobreviver, ou seja, se o cérebro não se desenvolve, condição chamada anencefalia.

Tendo planejado ou não, sendo casada ou solteira, adolescente ou mulher, a verdade é que a gravidez é um processo natural, para o qual o corpo da mulher está preparado desde quando estava se desenvolvendo dentro da barriga da sua mãe. Mas se você não está preparada para os inúmeros desafios que a maternidade lhe trará, poderá ficar na dúvida: quero ou não esse bebê?

É simplesmente muito fácil dizer sim ao aborto quando você já nasceu. Afinal, a vida é sua e você tem poder sobre ela. Será? Então surge a questão:  Se você não desejava um filho, por que não se preveniu? 


Nunca devemos julgar uma mulher grávida porque nunca sabemos o outro lado da história. O fardo que a pessoa carrega, os desafios que ela teve e que terá que enfrentar. Mas sinceramente? A imagem acima é chocante! Como pode uma mulher grávida pedir a legalização do aborto? Não quer ter um filho? Simples! Faça sexo seguro usando camisinha, use métodos anti concepcionais ou não faça sexo. Em um mundo onde existem inúmeras formas de se evitar uma gravidez é inconcebível ver uma cena como essa! Triste demais.

Sabemos que o Brasil é carente de infra estrutura, saneamento, educação, habitação e que ainda existe a necessidade de uma ação conjunta de toda a sociedade para diminuir o número de gestações não planejadas. Partindo desse princípio é importante a conscientização e o trabalho de toda a sociedade no sentido de evitar a gravidez indesejada. Como exemplo de ações que poderiam diminuir o número de mulheres que recorrem aos abortos ilegais, existe a necessidade imediata de ações, coordenadas pelo Estado, de planejamento familiar e uma propaganda mais efetiva que mostre à população os diversos métodos anticoncepcionais existentes, além de sua distribuição gratuita, sobretudo aos mais carentes.

Vemos pessoas sem o mínimo possível de condições básicas para manter uma estrutura familiar saudável, com três, quatro, cinco ou mais filhos que passam os dias na rua. E aí mora o perigo. Viram pedintes em semáforos, fogem de casa por maus tratos, perambulam pelas ruas maltrapilhos, passamo frio, sede, calor e fome. Sim, o sistema brasileiro está falido. Se tivéssemos o mínimo de condições de educar jovens e adolescentes sobre o sexo, muita coisa seria diferente. 

Quando falamos em gestação, não estamos falando apenas da mulher e mais de uma vida, ainda no ventre de sua mãe. Uma criança que terá uma vida fora dela. Será justo tirar isso dela, se nem ao menos ela pediu para vir ao mundo?

O mais triste é que em muitos casos, principalmente em gravidez não desejada por adolescentes, é que o pai da criança seja um omisso. Não queira saber do bebê e segue a sua vida como se não tivesse sua participação na criação dessa nova vida. Com certeza para um mulher, principalmente as mais jovens, se sentirem desamparadas. Outras, pelo medo de contar a família tentam desesperadamente realizar um aborto.

No Brasil foi publicado em 2010 a Pesquisa Nacional do Aborto. Os pesquisadores da Universidade de Brasília (UNB) realizaram a pesquisa com mulheres entre 18 e 39 anos, alfabetizadas e residentes nas áreas urbanas. É possível que os números sejam ainda maiores se considerar mulheres não alfabetizadas e de áreas rurais. Alguns dados da pesquisa:

* 55% das mulheres precisou de internação por complicações decorrentes do aborto;
* 48% das pesquisadas referiu ter usado medicamentos para abortar;

* 13% delas relatou ter feito aborto entre 16 e 17 anos;
* 16% entre 18 e 19 anos;
* 24% entre 20 e 24 anos.

Massagens que podem provocar aborto, chás, remédios abortivos e até mesmo abortos realizados em clínicas clandestinas - já que o aborto ainda é considerado ilegal - põe em risco não apenas a vida do bebê mas também da mãe. Nos próprios noticiários já pudemos acompanhar casos em que a mãe, ao tentar abortar, acabou morrendo. Mas voltaremos ao assunto principal: o da vida, ao direito de viver.

Há estudos que demonstram que o feto pode sentir dor. Por esse motivo, muitos consideram que deveria ser totalmente proibido, principalmente, em estágios mais avançados da gestação, que tornam o aborto mais complicado.

Nada impede que uma grávida que não deseje ter um filho, ainda mais em casos de bebês que desenvolvam alguma doença ou que tenham sido gerados com síndorme de down, siga com a sua gestação até o final. Existe a possibilidade de entregar a criança para doação. Sabemos que no Brasil, embora o processo de adoção seja extremamente burocrático, há uma fila enorme de famílias que sejam adotar. Essa é uma maneira de garantir a vida, e dar a oportunidade a essa nova criança de viver, se desenvolver e se tornar um adulto.

Há de se considerar, por outro lado, que muitas vezes as grávidas, ao darem a luz, acabam abandonando suas crianças. São inúmeros relatos de crianças recém nascidos que foram abandonados em caixas de papelão na rua, em banheiros públicos ou simplesmente jogadas na lixeira. Essa também é uma forma de aborto, já que esses bebês são deixados, praticamente, para morrer. Muitas mães que resolvem ficar com o filho, muitas vezes, por não desejarem a gravidez, acabam cometendo maus tratos, o que é ainda pior. Bebês com dias de vida sendo espancados, crianças sendo rejeitadas, queimadas com bituca de cigarros, deixadas nas ruas. Infelizmente essa é uma realidade da qual a sociedade não pode simplesmente fechar os olhos. Mas essas crianças também estão amparadas pela lei. O conselho tutelar supervisiona esses casos, que inclusive, podem ser denunciados de forma anônima por qualquer pessoa.

Se você não deseja o bebê que está se desenvolvendo dentro de você, não cometa o crime da eutanásia. Não quer ficar grávida, previna-se. Estando grávida, coloque o filho para adoção assim que ele nascer. Todos nós temos direito a vida, e isso está na constituição brasileira.



O aborto envolve questões morais, éticas, religiosas e outras que tornam o assunto muito complexo e polêmico. É muito importante saber dos riscos que representa para a saúde da mulher e das consequências que isso pode trazer para o resto da sua vida. Diga não ao aborto, e diga sim para a vida!
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Pelas estradas da vida, em um certo momento eu me perdi!

Quando nascemos somos amparados pelos pais. Na verdade, nos primeiros meses precisamos muito mais das nossas mães, que com noites mal dormidas, mil afazeres, ainda nos acalenta para nos alimentar com seu próprio leite. Mas seguindo o ciclo da vida, vamos crescendo. Os nossos pais vão nos preparando para a vida. Ah, a vida ... jamais poderia imaginar o que era a imensidão dessa nova jornada que se chamava vida. Nunca imaginei que o mundo seria tão grande e pequeno ao mesmo tempo. Não imaginava como seria o futuro, mas achava que em cada descoberta linda, cheias de desafios e que eu seria uma vitoriosa.

Nos primeiros anos eu me desenvolvi. Aprendi a sentar, engatinhar, andar. Comecei a comer sozinha, já não usava mais fraldas e finalmente comecei a frequentar a escolinha. Esse foi o meu primeiro passo para o novo, afinal comecei a conhecer pessoas diferentes, que pensavam e agiam diferente de mim. Era o meu primeiro círculo social. Apesar das atividades, com apenas quatro anos eu queria fazer o que mais sabia: brincar! E eu não gostava de brincar sozinha, minha mãe sempre brincava comigo, pois meu pai era quem trazia o sustento do nosso lar, embora eu mal soubesse o que era dinheiro, o que era caro ou barato. 

Minha mãe sempre esteve ao meu lado, assim como meu pai. Eles me educaram, me ensinaram a ser uma pessoa ética, responsável e a ser humilde com as pessoas. Talvez a minha ingenuidade tenha sigo uma das centenas de pedras na qual eu tropecei e cai ao longo da jornada da vida.

Depois vieram meus outros dois irmãos e eu me senti colocada de lado. Uma solidão, um vazio, um sentimento de rejeição. Até tentava chamar a atenção, dando trabalho na escola ou arrumando confusão nas ruas. Mas isso não dava resultado. Segui a minha vida, fui ganhando asas e aos poucos quis voar. Chegou a tão temida fase da adolescência...

Eu já não queria mais comer a mesa junto com a família. Eu queria mesmo era o meu quarto. Lá eu escrevia em meu diário, ficava pensando nas minhas paquerinhas e ouvindo música, sempre alta quando podia. As viagens em família já não existiam mais. Eu queria mesmo era ficar sozinha. Sentia que meus pais não me permitiam voar. Eram sermões, castigos...

Como eu nunca fui uma pessoa magra, sofria bullying na escola mas escondia toda a minha tristeza. Por vezes a dor era tão forte que encontrei uma válvula de escape: a automutilação. Então, eu me trancava no banheiro e com um gilete eu cortava as minhas pernas. Por isso vivia sempre de calças compridas. Não o fazia para chamar a atenção dos meus pais ou amigos, na verdade eu sentia vergonha, e por isso mesmo sempre escolhia partes do corpo que não ficariam expostas. Mas essa era a única forma de expressar a minha dor, o meu sofrimento por ser rejeitada. Era como seu eu estivesse em um beco sem saída, pedindo socorro, mas ninguém me ouvia. E de mãos atadas, sem ter o que fazer, só me restavam os cortes. A dor, que por vezes nem sentia na hora, geravam marcas. Cada marca era uma vivência ruim e sempre que eu olhava para elas eu me lembrava o porquê de cada uma das minhas feridas.

Já com treze anos, as minhas amigas da escola se vestiam como mocinha. E eu? Eu era apenas uma moleca. Me vestia de shorts e camiseta, gostava de andar de bicicleta. Ah, e como eu sofria com isso. Elas me ironizavam, diziam que eu não era mocinha, que eu não gostava de meninos. Todas já haviam dado o seu primeiro beijo ou tinham namoradinhos e eu não. Aí comecei a sofrer a pressão, até que cedi. Dei o eu primeiro beijo. Descrevo esse momento com um dos piores e mais estranhos da minha vida. Ter a sua boca invadida por uma língua de alguém que você mal conhece foi literalmente uma violação ao meu corpo. Me pareceu nojento.

E assim eu segui pela estrada da vida ... tropeçando e levantando, muitas vezes sozinha. A primeira encruzilhada com a qual me deparei foi o divórcio de meus pais: eu estava em um único caminho e agora eu tinha dois. Tinha que decidir em qual caminho iria permanecer. Escolhi ficar com a minha mãe.

imagem/reprodução

Depois que o meu pai foi embora, parecia que as coisas tinham melhorado pra mim. Eu já não era tão rebelde e já podia sair sozinha, fazer as minhas escolhas sem ter alguém "no meu pé". Minha mãe vivia sempre ocupada, não se importava onde eu estava. Então eu tinha a liberdade de sair e voltar, durante os dias, na hora que sentisse vontade. Esse caminho parecia bom.

Aos meus 14 anos encontrei uma "amiga de verdade". Ela me levou ao cabeleiro e pediu um corte moderninho. Me ajudou a comprar roupas mais femininas. Éramos inseparáveis. A estrada da vida ainda punha pedras no meu caminho, mas agora eu podia contar com ela para me levantar. E ao seu lado, na sua companhia, comecei a conhecer outras pessoas do seu círculo de amigos. Foi aí que comecei a comprar cigarros. Comprávamos sempre em um bar, perto da escola, que nos vendia avulso. E sempre sentávamos abaixo de uma árvore para fumar. Eu ainda não tinha um namorado mas a minha amiga havia se apaixonado por um rapaz da nossa sala. Estávamos no ginásio.

Esse rapaz sempre me pareceu muito estranho. Como estudávamos de manhã ele sempre chegava de mal humor e não cumprimentava ninguém. Mas após a hora do intervalo ele estava a 380v. Ria alto, fazia brincadeiras. Foi aqui que descobrimos que ele era usuário de drogas. Todos os dias no intervalo ele cheirava cocaína. Um dia ele nos mostrou que nem osso mais havia em seu nariz, que sempre acordava com ele sangrando. Mas que era o maior barato. Eu, com toda a criação que tive, sabia que isso não era o certo e fiquei com receio pela minha amiga. Mas, quando se está envolvido com más companhias, o resultado é sempre um desastre.

Minha amiga me apresentou então a maconha. Ah, que barato! Tive até coragem de me declarar para o meu paquera de meses. Embora tenha recebido um enorme não, eu ri na cara dele. No outro dia, ainda perdida por tudo que estava encontrando nessa estrada sinuosa da vida, percebi que não haviam mais estrelas para me guiar. Que o sol já não me aquecia a alma, e que a beleza da lua havia sumido. Tudo era só escuridão.

Quando a minha amiga apareceu grávida, e eu pouco sabia sobre sexo, fiquei assustada. Meu Deus! E logo após esse acontecimento, os pais dela resolveram se mudar para outro estado, com o objetivo de mudar o rumo do seu caminho, da sua estrada da vida. E agora? Eu me sentia perdida, desamparada, angustiada. Comecei a intensificar a automutilação. Agora me queimava com as bitucas de cigarro. Me lembro que com 15 anos, fiz dois cortes enormes na minha perna com uma faca de cozinha. Foi aí que a minha mãe percebeu que eu precisava de ajuda e se sentiu muito, muito culpada por ter que trabalhar fora para trazer o sustento da casa, e não ter tido mais tempo para cuidar de mim e de meus outros dois irmãos. Ela achava, na sua simplicidade, que ao nos recompensar com presentes ao final de cada mês, estava suprindo as nossas necessidades.

Bem, eu já estava com meus dezesseis anos. Saí da escola. Não quis completar o ensino médio. Meus irmãos eram diferentes de mim, como se fossem estranhos na verdade, pois mal nos falávamos. Meu pai, que desde a separação e o casamento com outra mulher, não queria mais saber de nós, também virou um estranho. Meu caminho ficava cada vez mais difícil.

Quando conheci uma nova amiga, na rua mesmo, nessas rodas em que fumávamos crack, resolvi fugir de casa e me abrigar na casa dela. Era era mais velha, tinha 25 anos e se sustentava catando e vendendo reciclados - pelo menos era isso que ela dizia e eu acreditava. Morávamos em uma casa com uma cozinha, um banheiro sem portas e um único quarto. Era praticamente um barraco. A estrada da vida me levou a um beco que parecia sem saída. E eu? Eu me perdi durante todo o percurso.

Cansada, sem emprego, sem apoio e ainda precisando manter o vício, fui às ruas. Eu me prostituía para poder comprar drogas. Se todas as meninas faziam, porque eu não o faria? E cada vez consumia mais drogas. Cortei totalmente a relação com a minha mãe. Aliás ela não sabia onde eu estava e eu tão pouco sabia que ela me procurava pelas estradas da vida.

Aos meus 19 anos, mas com aparência de 30, vivia nos metros pedindo dinheiro. Usava alguns filhos de amigas minhas para fazer papel de quem precisava de dinheiro para comida. Que nada, os pais usavam seus filhos como objeto apenas para conseguir o que queriam: sustentar o seu vício. 

Fiquei grávida aos 20 anos. Não conseguia sentir amor por aquele ser que crescia dentro de mim. Mal me alimentava e ainda continuava com o crack. Quando o bebê nasceu eu vendi para um casal, na rua mesmo, por meros R$ 500,00. Ali começava uma nova jornada da vida, um novo caminho para aquela criança. Que permitisse Deus que o caminho dela fosse iluminado.

Eu nunca conheci o amor. Não tinha namorado. Eu só sabia lidar com a dor: a dor da solidão, a dor da falta de drogas, a dor quando eu apanhava quando não trazia dinheiro para o barraco. Resolvi então morar na rua. Uma nova estrada. Achava que essa seria o melhor e o único caminho. Uma fuga perfeita de todos os meus problemas. Mas nunca pudera imaginar como a vida nas ruas era cruel.

Morando em um barraco, passava frio nas noites gélidas de São Paulo, dormindo apenas sob papelão e jornal, com uma manta doada. Pedia dinheiro nos semáforos, nas ruas, fazia de tudo para me manter viva, embora as drogas estivessem me consumindo aos poucos. Nas ruas fui roubada, minha barraca tomada de mim, fui violentada. E lá estava eu perdida mais uma vez.

Sem saber o que fazer e quem procurar. Naquela altura nem pensava mais que eu tinha tido uma mãe. Estranho pensar o que as drogas fazem conosco. Eu resolvi acabar com tudo. Eu não tinha amor, não tinha um lar, não sabia o que era uma amizade verdadeira. Acho que a estrada que segui, pelas minhas próprias escolhas, foi a pior de todas. Mas foi escolha minha! E então, um dia, me vendo no final da estrada, com um grande abismo na minha frente, tomei coragem e pulei. Sim, pulei de uma ponte por onde passavam carros em alta velocidade. Saberia assim que se não morresse com a queda, certamente seria atropelada. Eu queria morrer. Minha vida assim terminou.

Sobre o texto:
Esse texto é uma obra de ficção de minha autoria, baseada em acontecimentos que são reais na vida de muitas famílias. O intuito é o de que os pais acompanhem de perto o desenvolvimento dos filhos, procurem por sinais de drogas - que levam para uma estrada sem saída - que conheçam as suas companhias. Que saibam impor limites.

Para os filhos, os adolescentes, o texto serve como alerta. Quando se está nessa fase parece que tudo é perseguição. Mas os pais só querem o nosso bem e por isso às vezes tomam decisões que naquele momento podem te deixar extremamente irritado. Espere a maturidade, continue frequentando a escola, faça bons amigos. Não experimente droga alguma.

Saiba que é você que escreve a sua própria história, pelas escolhas que faz. Dependendo do caminho que escolha seguir, ele pode te levar ao sucesso ou ao fracasso. Cabe você decidir o final dela.
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Vestidos: Sua filha bem vestida para o inverno

Os temperaturas começaram a cair. É final de outono e início do inverno. E o que acontece? Os pais corujas iniciam suas buscas por roupas de inverno para as crianças. Além de deixar as pequenas lindas e estilosas, na moda, as roupas devem ser confortáveis e também quentinhas.

Não há uma moda certa, um estilo único. A sua criança é única e ela se expressa de uma forma. Deixe-a livre para demostrar a sua personalidade. Lara, por exemplo, ama moda no estilo criança, ainda criando um mundo mágico onde há princesas, animais e muitas cores.

E quando falamos em moda, vale de tudo: casacos, blusas, calças, jaquetas, vestidos. Tudo que faça uma boa conexão entre o estilo e o encanto da infantilidade e inocência das roupas para crianças. Sim, sou contra adultização infantil. 

Claro que princesa que é princesa não dispensa um belo vestido não é mesmo? Além de ser uma peça curinga, as meninas ficam lindas e delicadas, ainda mais no inverno, a estação mais aconchegante e estilosa do ano.

Para o editorial de hoje eu trouxe uma dica de vestido combinando com sapato.


Para os dias de temperaturas mais amenas, a melhor opção são os vestidos de manga longa. Se as temperaturas estiverem baixas você ainda pode incrementar o look com meia e bota, usando um casaco por cima. Fica lindo.


Os vestidos fazem sucesso por aqui e são muito usados no inverno. Vale mesmo a criatividade da mãe aliada com a personalidade da criança, para que ela possa se expressar. Deixar as princesas escolherem os looks - sob supervisão para não descaracterizarem a harmonia das peças - é sempre uma maneira de trabalhar a auto estima delas.


Adoramos esse vestido primeiro pelo caimento perfeito. O material em que ele é confeccionado é o Buboow, um tecido trabalhado e um pouco mais grosso que a malha. Os detalhes ficam por conta dessa prega na frente e das lindas pedrarias que lacram o look.


Esse vestido é da Coleção de Inverno da Elian e pode ser encontrado em lojas multimarcas físicas e em e-commerce em todo o país, dos tamanho 1 ao 8.


Independentemente de estilo e sofisticação, devemos lembrar sempre que estamos falando de crianças. Busque variedade e escolhas apropriadas nas roupas de inverno para crianças, deixando-as confortáveis, quentinhas e estilosas ao mesmo tempo.


Para harmonizar o look escolhemos um sapatinho mais aberto, com degradê nos tons bordô, e tira com strass. Ele combinou perfeitamente para o dia e para a ocasião. Aliás, para que sua princesa esteja sempre bem-vestida, é importante ter peças apropriadas para cada uma das ocasiões

Beijos da Larinha e espero que tenha gostado do nosso editorial de hoje.


Lara usa:
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Dicas para manter a forma durante a gravidez

Não tem jeito! Recebemos o resultado do positivo e primeiro um turbilhão de emoções toma conta da gente: alegria, medo, insegurança. Afinal, o que esperar dessa nova fase? Mães de primeira viagem, pela inexperiência, chegam a sofrer com antecedência pois tudo é novo. A minha primeira gestação eu não via como uma mar de rosas, recheado de alegrias não! Claro que eu estava super feliz, mas tinha medo de ficar doente e algo acontecer ao bebê, tinha medo quando o bebê não mexia, tinha medo de como seria ser mãe e, principalmente, como educar a minha filha para os dias atuais, onde os valores parecem estar invertidos: escola, amigos, drogas, faculdade ... tudo isso passa pela mente da nova mamãe.

E ai começamos com uma alimentação mais saudável. Cortamos refrigerantes, chocolates e muitas vezes o feijão. Mas atenção, o ideal é que você procure uma nutricionista para fazer o seu acompanhamento, passando o cardápio do que você pode ou não pode comer.

Um outro fator, que sempre traz incerteza e medo as grávidas é o ganho de peso na gravidez. O fato é que sim, você ira ganhar uns quilos a mais, afinal você tem um bebê dentro da sua barriga. Por isso um acompanhamento com a nutricionista é super importante. Outro ponto, que sempre gera incertezas, é: eu posso fazer atividades físicas durante a gravidez?


O período gestacional promove diversas mudanças e adaptações fisiológicas na mulher, exigindo assim maior atenção e cuidados especiais para uma gravidez saudável. Como consequência das alterações físicas e psicológicas, muitas gestantes podem sentir desconfortos nesse período. Para proporcionar melhor qualidade de vida para a mãe e para o bebê, os exercícios físicos podem ser um bom aliado.



Daniel Barsottini, mestre em Educação Física e criador do projeto Além das Curvas, programa de treinamento voltado exclusivamente para mulheres, com a missão de contribuir para o bem-estar e a autoestima feminina, dá dicas de exercícios físicos ideais para as gestantes manterem a boa forma de maneira saudável.



Manter a regularidade de forma leve e moderada
Há um consenso em diversas pesquisas científicas de que o exercício físico praticado de maneira regular e contínua, realizado com uma intensidade leve a moderada, desde que não haja contraindicações a sua prática, proporciona diversos benefícios. Durante o período gestacional, exercícios físicos de alta intensidade devem ser evitados, assim como os praticados com a mulher deitada.

Exercícios certos são aqueles que diminuem a dor e fortalecem, mas cuidado...
Entre exercícios indicados para gestantes estão a musculação, o treinamento funcional, pilates, alongamento, hidroginástica, caminhada, bicicleta ergométrica e/ou atividades recreativas. A atividade física moderada durante a gestação também pode contribuir para o parto e no controle de peso, melhora da capacidade funcional e diminuição da intensidade da dor na região lombar, além do fortalecimento dos músculos do assoalho pélvico, que na gestação é de extrema importância pois diminui a incidência de incontinência urinária, durante e após o parto. Mas cuidado. É recomendado evitar atividades de contato ou com risco de queda, como lutas e ciclismo, e manter-se hidratada, para auxiliar no controle da elevação da temperatura da gestante e do bebê.

Avaliação médica para as gestantes que nunca fizeram exercícios
Mulheres que não praticavam exercícios antes da gestação ou que têm alguma restrição médica, devem passar por uma avaliação antes de começar a prática de atividade física. O acompanhamento médico é sempre necessário e as recomendações devem ser acrescentadas à rotina de exercícios das gestantes.

Quantas vezes por semana treinar e qual a intensidade?
A Organização Mundial de Saúde, o Centers for Disease Control dos Estados Unidos, o Americam College of Sports Medicine, o American Heart Association e o American College of Obstetrician and Ginecology definem como recomendações de interesse na prescrição de exercícios durante a gravidez priorizar exercícios leves ou moderados, que envolvam grandes grupos musculares e ritmo contínuo, realizados pelo menos três vezes por semana, de 30 a 60 minutos.

Recomenda-se seguir os exercícios após o parto
No pós-parto, não ocorrendo nenhuma complicação, a Sociedade Brasileira de medicina do Esporte afirma que os exercícios podem ter início em 30 dias após o parto normal e 45 dias após a cesariana - sempre com a liberação médica. A falta de atividade física regular é um dos fatores associados a um risco maior de doenças durante e após a gestação.

Vale lembrar que algumas atividades são expressamente proibidas durante a gestação:



Você pode conferir aqui no blog várias dicas para gestantes:

12 segredos para amenizar o inchaço na gravidez
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Especial Tecnologia: Como lidar com haters (odiadores) na internet

Ao mesmo tempo em que a internet aproxima pessoas, ela também serve como palco para discussões acaloradas e ofensas gratuitas. Algumas pessoas praticamente se transformam atrás de uma tela de tablet, celular ou computador, imaginando que a pessoa do outro lado nada poderá fazer. Essa sensação de proteção que a web proporciona faz com que os internautas sintam-se livres para expressarem opiniões hostis. Assim surgem os chamados "haters"

A palavra "hater" significa "odiadores", em tradução livre para o português. E, por mais que o termo seja forte, não há exageros nessa definição. Por conta da maior visibilidade, os influenciadores digitais são os principais alvos das mensagens de ódio. Para ajudar nessa tarefa, a influu, ecossistema de influenciadores digitais, separou algumas dicas importantes para lidar com essa situação


Silêncio é a melhor resposta
Receber uma ofensa é um verdadeiro teste de paciência e não retrucar é uma prova de sanidade. Mas, por mais que seja difícil, é necessário manter a compostura. O objetivo do "hater" é justamente esse: provocar. 

Ao responder, o influenciador abre ainda mais brecha para se estressar e para que outros comentários apareçam. Com bom senso duvidoso, "haters" muitas vezes encaram suas atitudes como diversão e, ao receberem atenção, vão se dedicar cada vez mais a incomodar. Dar visibilidade para essas pessoas não agregará nada de útil ao conteúdo. Sequer as respostas irônicas são recomendadas. O ideal é que o influenciador gaste seu tempo com o público fiel, respondendo comentários positivos dos seguidores.

Críticas construtivas
"Haters" certamente não são os melhores críticos, mas é sempre bom que o influenciador busque compreender a diferença entre uma crítica e uma ofensa. Ao analisar os comentários negativos, o profissional pode aprender cada vez mais sobre seu público e adotar uma nova postura. Se a avaliação foi bem elaborada, educada e útil, vale a pena agradecer.

Sem desânimo
Ser influenciador envolve carisma, conteúdo e coragem. Se expor tanto em uma rede social, seja diante de uma câmera ou não, é uma tarefa difícil. Receber uma enxurrada de comentários ofensivos realmente é desanimador para o influenciador e o pode fazer com que questione seu trabalho. É importante frisar que essa é uma reação completamente normal, afinal de contas, ataques desse tipo, geralmente, focam em pontos fracos/sensíveis das pessoas. Nesses momentos de "crise", é recomendável que o profissional não foque tanto nesse ponto e se lembre de todo resultado positivo que conquistou até o momento. Se for necessário, o influenciador pode até mesmo excluir comentários negativos que não agregam ao canal. Em situações mais complicadas, que podem ser identificadas como injúria, difamação ou calúnia, é bom salvar prints antes de excluir o comentário como prova do ataque.

Essas dicas não valem apenas para influenciadores digitais não! Valem para toda e qualquer pessoa, inclusive adolescentes, que por serem mais imaturos, muitas vezes acabam caindo na armadilha dos Haters. Por isso fique sempre atento e em caso de abuso excessivo, como ocorreu com a socialite canadense em ofensa a Titi, filha adotiva de Bruno Gagliasso, procure os seus direitos. Hoje temos delegacias especializadas em crimes virtuais que poderão te ajudar.
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Como você se definiria como Mãe?

Quando nasce um filho, também nasce uma mãe. Cada uma tem o seu sentimento quando vê  o seu bebê pela primeira vez, e depois que a “ficha cai” logo vem à cabeça: e agora? Sim, os filhos nascem mas não vem com um manual de instruções.

Alegria, euforia, angústia, sofrimento, dor, culpa. Todos esses são sentimentos normais. Mas aí vem pai, mãe, sogra, amigos lhe visitar e logo começam com seus palpites e julgamentos. Não se sinta culpada por não saber o que fazer, não ouça palpites que nada irão agregar. O filho é seu e ninguém o conhece mais do que você, assim como ele não conhece ninguém a não ser você. Afinal, juntos vocês passaram por muitos momentos entre os nove meses de gestação. E o que eu posso dizer? Se ninguém conhece seu filho melhor do que você, siga seus instintos. Uma mãe jamais será perfeita e viverá para sempre com aquele sentimento de culpa “será que eu não poderia ter feito melhor?”. Mas lembre-se: se não existe mãe perfeita, existe aquela que sempre faz o que pode para oferecer o que há de melhor dela.

MÃE. Três palavras que cabem uma infinidade de significado. E nesse dia especial que tal tentar se definir como mãe usando apenas três palavras?


Eu me defino como mãe amorosa, afinal o amor sempre é o primeiro sentimento que compartilhamos desde o teste do positivo. E sou também brincalhona, pois adoro sentar e rolar no chão com as meninas, pular, dançar, brincar de mímica, de pega pega, de esconde esconde. Até o momento do banho é uma oportunidade de brincar aqui em casa. Sou também atenciosa. Tento ouvir, conversar, aconselhar e presto atenção no desenvolvimento das meninas, pra saber se tudo transcorre dentro da normalidade.

Recentemente estive em um encontro especial de mães, promovido pela Multikids Baby com a participação especial de três mães de primeira viagem: Lia Martins (cantora do Rouge), Beta Whately (empresária), Andrea Werner (jornalista e escritora), entrevistada pela Maria Kupfer (apresentadora e atriz), com o apoio de Olga Tessari (psicóloga). Foi um bate papo descontraído, onde as mamães presentes puderam também compartilhar suas histórias enquanto acompanham os relatos da maternidade real.

E eu saí do evento com uma única certeza: ser mãe não é fácil é que cada uma de nós temos as nossas certeza, dúvidas, dificuldades, mas também amor, preocupação e a certeza de que nossos filhos estão seguindo os nossos passos pela educação que o damos. E mais, nos mães somo guerreiras! Somos batalhadoras! Às vezes fazemos papel de pai e mãe, nos desdobramos entre os afazeres de casa, o estresse do trabalho e ainda nos dedicamos ao brincar, ensinar, cuidar e amar incondicionalmente. Pois assim qu o bebê nasce a sua vida se transforma.

Hoje eu fico aqui pensativa: onde estavam meus filhos por todos esses anos? Sim! Eu não consigo mais imaginar a minha vida sem as minhas meninas e tenho a total convicção que elas vieram, transformaram a minha vida, me ensinaram a ser uma pessoa melhor, a não julgar outras mães e até mesmo ajudar como eu posso. O legal não é dar palpites, pois cada um tem a sua vida, tem as suas crenças e valores. O legal é justamente compartilhar o lado real da maternidade, trocando experiências e assim nos fortalecendo juntas.

Hoje deixo aqui registrado os meus parabéns nessa data “comercial”em que comemoramos o Dia das Mães, porque na verdade sei que todos os dias são nossos. Os nossos filhos, até seus primeiros anos de vida, dependem de nós. E a cada dia matamos um leão, fazemos uma nova descoberta e olha que legal, não apenas ensinamos mas aprendemos muito com os nossos filhos. Aprendemos a ter paciência, a esperar o tempo certo para cada coisa, a respeitar a personalidade de cada um deles, a impor limites, a ser mais flexível e assim tornar a maternidade mais leve.

E que essa mensagem chegue até você não apenas como uma homenagem, mas como uma reflexão. Que tipo de mãe eu sou? Deixo aqui o desafio! Pense em três palavras que a classificam como mãe.

Não sinta culpa, não de atenção aos julgamentos (mães são julgadas o tempo todo), não aceite palpites que nada irão te acrescentar. Seja autêntica, de muito amor e não se esqueça, acima de tudo, que você também é mulher e que precisa de um tempo pra si. Uma viagem, uma ida ao salão de beleza, um namoro a dois. Tudo isso faz parte de uma maternidade mais leve, que deixará não apenas vicem aí sim feliz, mas também seus filhos, porque eles irão sentir que você está bem, e isso faz toda a diferença.

Parabéns mamães! Ouçam seu coração e continuem fazendo aquilo que ninguém sabe fazer no seu lugar: ser Mãe.
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