Veja 5 filmes para se divertir e aprender inglês com as crianças nessas férias de Julho


As férias de Julho se aproximam e com ela, a preocupação dos pais de como ocuparem o tempo livre dos pequenos. Alguns conseguem deixar os seus filhos com parentes e/ou espaços que cuidam e divertem, outros têm que adaptar os horários e conseguir dar conta do trabalho, casa e crianças. Seja qual for a sua situação, uma forma simples, barata e que pode ser muito boa para o desenvolvimento emocional e intelectual dos seus filhos é a escolha correta dos filmes para assistirem nesses 30 dias em casa!

"As crianças como nós adultos tem no neocórtex (Camada mais externa e intrincada do cérebro) onde ocorre tudo que chamamos de inteligência. Ou seja, a parte da nossa mente que racionaliza antes de agir. Entretanto, como nós, os pequenos têm o córtex reptiliano e o sistema límbico que são responsáveis por agirem e não em pensar. Ou seja, os nossos impulsos. Os filmes, assim como os livros, séries, Board Games conseguem estimular o neocórtex gerando aprendizado de um idioma, valores morais, aguçando a criatividade, entre outros", explica Augusto Jimenez, psicólogo educacional da rede Minds English School.

Além da Netflix existem opções de filmes para todas as idades nos canais de TV aberta e fechada. "Conciliar descanso, tempo com os filhos, e aprender ainda um idioma é possível através de alguns filmes. Os pais estreitam laços com as crianças e ainda despertam a própria criatividade no trabalho de na vida", explica Rodrigo Berghahn, Coordenador da rede Minds Idiomas, incentiva mais de 10 Mil estudantes a lerem e assistirem filmes em inglês.

A rede educacional, Minds English School, tem aulas de inglês através de filmes e games, e por isso "foge"do convencional e das aulas burocráticas. Com mais de 12 anos de experiência no desenvolvimento infantil, Leiza Oliveira, CEO da rede Minds, lista 5 filmes para se divertir e aprender nessas férias com as crianças:

1) VALENTE


Esse filme de 2012, de Hollywood, veio para quebrar os padrões das princesas dos contos de fada. Após a produção de Shrek que rompeu com os estereótipos, Valente gera identificação com as crianças e mostra a importância de entender a própria individualidade e lutar pelo o que acredita. Com o inglês razoavelmente fácil sugiro assistir em inglês com legenda em português. Tem na Netflix.


2) SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS


O filme americano de 1989 ensinará tanto os pais quanto os filhos. A história se passa em uma instituição de ensino chamada Academia Welton em 1959. Com uma história intrigante sobre poesia, liberdade e a importância de viver o presente essa película nos faz refletir sobre a atualidade. Em uma sociedade com tantas exigências e padrões como a nossa, ser criativo pode ser revolucionário na vida. E é isso que você achará em Sociedade dos poetas mortos. " Quando vocês pensarem que sabem de uma coisa precisam olhar para ela de uma forma diferente", Robin Williams interpretando o professor John Keating. Também disponível na Netflix.


3) A INVENÇAO DE HUGO CABRET


Se trata da adaptação da aventura escrita por Brian Selznick e é do ano 2011. Esse filme de Scorsese esteve presente em 11 categorias do Oscar e faturou 5. Estrelado por Hugo Cabret ( De O menino de pijama listrado) conta a história de um menino órfão na Paris dos anos 30. A obra é capaz de despertar outras realidades para as crianças, a importância dos laços afetivos e aprender inglês. Com diálogos bem construídos, adultos, adolescentes e crianças podem aprender um pouco mais de inglês. Não está mais disponível na Netflix, mas geralmente é transmitido por canais de TV fechado e/ou é possível comprar o filme em DVD ou blu-ray.


4) TODOS OS FILMES DA FRANQUIA TOY STORY


Que tal maratonar os três últimos filmes da franquia da Pixar e assistir Toy Story 4 no cinema?! O último filme promete emoções, lágrimas e claro muitas risadas. Com um gráfico bem feito, bons personagens, e narrativa que aproxima o público adulto e infantil, Toy Story fala mais das nossas relações do que de brinquedos. Os 3 filmes estão disponíveis no Netflix e dá para consultar as principais salas de cinema, com descontos, para conseguir levar a garotada.


5) AS CRÔNICAS DE NÁRNIA


Para vivermos em uma sociedade humana precisamos de ética, as crônicas de Nárnia vêm nos passar exatamente esse conceito. De uma forma lúdica essa fantasia despertará nos pequenos criatividade e importância da empatia para vivermos melhor. O filme que é de 2005 e está disponível também na Netflix se passa durante a segunda guerra mundial e através de um inglês mais rebuscado consegue nos transportar além da imaginação. Sugiro assistir dublado e depois legendado.
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10 dicas para ter maturidade emocional na criação dos filhos

foto: reprodução


A cena é recorrente: em meio aos corredores de um mercado a criança começa a chorar, gritar e espernear, exigindo que os pais comprem um determinado produto. Os adultos tentam, sem sucesso, acalmar o filho. Todos dentro do estabelecimento começam a observar a situação com olhares de julgamento. Neste momento, pressionados a tomar uma medida definitiva para resolver a questão, os pais acabam por gritar com a criança, reagir com agressividade ou simplesmente acabam cedendo ao apelo do filho.

Mas afinal, como saber a coisa certa a se fazer ou a se dizer em casos como este? Como ter maturidade emocional para dizer não ao seu filho e lidar com outras crises relacionadas ao comportamento infantil?

Para a psicóloga e pedagoga Tania Queiroz, autora do livro Pais Imaturos, Filhos Deprimidos e Inseguros, a maturidade emocional não é algo que necessariamente cresce com a idade cronológica: não nos tornamos emocionalmente maduros quando envelhecemos. A maturidade emocional é geralmente aprendida e não instintiva - e este é uma das principais dificuldades apontadas pelos adultos que têm a tarefa de educar uma criança.

"Só podemos vencer o mau comportamento se tivermos consciência de que se origina em nós e depois nas crianças e jovens, por isso precisamos primeiramente conhecê-los, aceitá-los, amá-los, para então transformá-los. Algumas crianças pensam que o mau comportamento é capaz de colocá-las em evidência, de se tornarem o centro da atenção dos seus pais" , alerta Tania.

A especialista reforça ainda que os filhos refletem as atitudes dos pais, aprendendo com o que fazemos e não com o que falamos. "Cada pai e mãe tem dos seus filhos exatamente o estilo de vida que fornece a eles. Os filhos reagem segundo o que veem e são ensinados através dos exemplos de seus responsáveis".

Tania ressalta entre as características dos pais que qualifica como maduros emocionalmente está a capacidade de saber dizer não, saber perdoar, não reclamar o tempo todo, possuir empatia, não castigar e nem punir quando estão no auge de suas emoções. "Conhecer e gerenciar as próprias emoções, assumir os próprios erros e as consequências das próprias escolhas e compreender o estado emocional dos filhos são habilidades que podem ser desenvolvidas e trabalhadas. Pais maduros usam a sabedoria para cativar, instruir e enfrentar as dificuldades emocionais dos filhos", reforça.

Para auxiliar pais a desenvolverem a maturidade necessária para lidar com os desafios na criação dos filhos, Tania Queiroz lista dez conselhos práticos:

Desenvolver autoestima e autoconhecimento
Pais precisam perceber a si mesmos, as emoções e sentimentos para chegarem às emoções e aos sentimentos de seus filhos. Precisam tornar-se emocionalmente conscientes, ou seja, ter capacidade de reconhecer e identificar as próprias emoções positivas e negativas

Desenvolver autocontrole
Pais com maturidade emocional contornam a situação, são instruídos a passar pelas fases de sucesso e pelas fases de fracasso com esperança de dias melhores. E aproveitam essas lições para ensinar aos filhos que a vida não é "somente flores", como diz o ditado popular

Aprender a lidar com sentimentos de raiva, medo e tristeza
A maturidade emocional tem como características o autodomínio, o que significa manter as emoções sob controle, resolver problemas com calma, coragem e sabedoria, tomar decisões, ter atitudes positivas, ser resiliente e grato. Examine-se e tente detectar se há imaturidade no seu comportamento para poder alterá-lo com o esforço da sua vontade

Aprender com erros e aceitar que não é perfeito
Nada ensina mais que o exemplo e já sabemos disso, seus filhos precisam enxergar em você um pai real, de carne e osso, que está expostos a decepções, desenganos e erros. Eles poderão observar a forma que você atua no palco da vida e seguir seus passos

Reconhecer e apreciar as conquistas pessoais
Quando os pais têm um mindset de crescimento acreditam que qualquer criança ou adolescente pode crescer e se aperfeiçoar por meio de dedicação e esforço, eles são mais comprometidos com o desenvolvimento de seus filhos e com o próprio. Notam melhoras no desempenho dos filhos e recebem bem suas críticas.

Não dramatizar os fatos da vida
Para estabelecer uma relação emocional profunda com seus filhos, é importante que eles falem para você sobre o que estão sentindo, o porque estão sentindo, de onde veio esse sentimento negativo, a tristeza, a frustração, quando tudo começou, sem se irritar, sem castigá-los caso se expressem de forma negativa ou até irada. Ouça seus filhos, seja amigo deles, evite julgamentos, depreciações e intimidações

Desenvolver pensamentos otimistas
Os pais maduros aprendem, evoluem e ensinam aos seus filhos que a felicidade é fruto da vontade e está relacionada à maneira de ser no mundo, no gerenciamento das próprias emoções, na utilização das habilidades pessoais, emocionais e sociais, no otimismo, na responsabilidade com o próprio destino, no compromisso em construir uma vida mais feliz.

Agir mais e reclamar menos
Pais maduros ensinam que há situações em que é necessário sair da posição de rigidez, que ter razão nem sempre é uma virtude, que ceder é louvável, que palavras brandas afastam a fúria

Desenvolver empatia
Muitas vezes, as crianças expressam as emoções de forma indireta, com agressividade e mau comportamento. O papel dos pais maduros é reconhecer esses sentimentos sem agredir ou punir seus filhos, mas com compreensão e amor. Ao contrário do que dizem, isso não é intencional. Por isso, entender sinais e ler comportamentos é importante.

Aprender a lidar com perdas e frustrações
As pessoas emocionalmente maduras experimentam dor? Sim, mas quando sofrem uma perda, elas se permitem sentir completamente a tristeza e o vazio que representa essa perda. Elas são honestas consigo mesmas quanto a seus sentimentos. Essa honestidade lhe permite avançar, superar a sua dor.

Sobre Tania Queiroz
Tania Queiroz é Personal & Professional Coaching e membro da Sociedade Brasileira de Coaching. Possui formação e certificação internacional reconhecida pela Graduate School of Master Coaches e Institute Coaching Council (ICC). É Diretora Geral do Instituto Tania Queiroz, palestrante, escritora, psicoterapeuta holística familiar, infantil e juvenil, consultora e assessora em gestão escolar, atua na formação de gestores, educadores e pais, é ainda facilitadora em workshops e treinamentos.

Atua na área da educação corporativa e do desenvolvimento humano, treinando gestores, inspirando educadores, orientando crianças, jovens, pais e inúmeros outros profissionais há mais de 25 anos. É responsável por transformar equipes e pessoas por todo o país. Em 2017 fundou o Instituto Tania Queiroz para ajudar as pessoas de todas as idades a resgatar a alegria de viver e a força interior para valorizar a vida e construir um destino incrível. Tania acredita que o "Destino não é uma questão de sorte, mas uma questão de escolha; não é uma coisa que se espera, mas o que se busca."(William Jennings Bryan)

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Como gerenciar melhor o seu tempo

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No filme o Feitiço do Tempo, o protagonista surpreende-se preso em uma armadilha temporal: um mesmo dia começa a se repetir. O que no início se mostra como algo até libertador - nunca ter de prestar conta dos atos - transforma-se paulatinamente na mais perversa das penitências. O protagonista é forçado, então, a refletir sobre sua existência, aproveitando melhor o tempo que está sendo obrigado a reviver. Ao fazê-lo, liberta-se do castigo, e, finalmente, vê nascer um novo dia.

Entre outra reflexões, o filme traz à tona a importância do ser humano saber lidar com as acontecimentos para extrair deles o melhor resultado possível. Nesse sentido, a psicóloga Fernanda Tochetto dá algumas orientações para quem se mostra angustiado com as tarefas do dia a dia, por ter pouco tempo para levá-las a cabo, ficando sempre com a sensação de que algo está por faltar.

Segundo a psicóloga, o primeiro passo no intuito de acabar com essa agonia é prestar bastante atenção no próprio cotidiano, a fim de entender o que realmente está tirando foco das atividades essenciais. “Monitore-se, desde a hora que acorda, até a hora que vai dormir. O ideal é fazer isso durante uma semana inteira”, destaca.

Um dos modos de tornar mais prático esse monitoramento é através de uma agenda (as novas tecnologias podem ajudar aqui). Nela, deve-se colocar todas as atividades realizadas durante o dia, assim como o tempo gasto com cada uma, sempre tendo em vista quais são as prioridades. Assim, fica mais fácil perceber se há muitas horas despendidas com atividades que não são tão importantes assim.

Após mapear e encontrar o problema, parte-se para a próxima etapa, que é, segundo Tochetto, programar o funcionamento, de maneira ideal, da rotina, traçando o passo a passo para aproveitar do modo mais eficiente as 24 horas do dia. Assim, é possível que as pessoas se deem conta de que algumas atividades podem facilmente ser descartadas, já outras, imprescindíveis, estão sendo mal administradas.

Um modo de otimizar as tarefas essenciais é dividir sua realização em etapas, fazendo um pouco a cada dia. Caso isso não seja possível, pense em delegá-las a outros. Conforme a psicóloga, algumas pessoas têm dificuldades em fazê-lo, por tenderem à centralização, acreditando que apenas se feitas por elas as atividades surtirão o efeito desejado. “Achar que só você é capaz de fazer o que precisa ser feito limita o crescimento e as oportunidades”, afirma Tochetto.

Entre as atividades que são essenciais para sua rotina no trabalho ou dentro de casa, determine as prioritárias. Ante isso, estabeleça prazos de entrega. Obviamente, as tarefas mais importantes deverão ser cumpridas antes das menos importantes. Para não se esquecer o prazo e a atividade prioritária, lembretes pela casa, por exemplo, podem ser de muita utilidade. Estabelecer recompensas também é um artifício que pode ajudar no cumprimento das atividades dentro do prazo estipulado.

Para que as atividades necessárias a um aproveitando mais eficaz do dia sejam colocadas em prática nos prazos estabelecidos é imprescindível a manutenção do foco. Assim, todo estímulo que dispersa do objetivo principal deve ser detectado e eliminado. “Acabamos por não perceber o que está acontecendo ao nosso redor, aquilo que nos tira o foco. A internet, por exemplo, nos chama, seus conteúdos nos prendem a todo o momento”, explica Tochetto.

Diante das constantes diversões que permeiam o cotidiano, é preciso resistir à tentação de postergar a atividade essencial e começar a fazer outra coisa menos útil. De acordo com a psicóloga, isso pode se tornar um péssimo hábito que destrói a performance do indivíduo. “Ele começa a deixar para amanhã, mas o amanhã nunca chega e vira procrastinação, acúmulo de tarefas que a pessoa não consegue mais dar conta”, diz.

Nesse sentido, outra ação que pode ter o mesmo efeito a também deve ser evitada, segundo Tochetto, é estabelecer exceções às regras, permitir a realização de atividades que não fazem parte do cronograma e que podem não ter uma resolução a curto prazo, tornando mais difícil alcançar o objetivo primordial. “Tal ação pode destruir equipes, negócios e metas”, afirma a psicóloga.

Por fim, a pessoa que deseja utilizar melhor o seu tempo, não pode subestimar o poder do descanso. Seja durante o trabalho, materializado em uma pausa para o café ou para fazer um lanche. Seja após um dia árduo de trabalho, através de práticas esportivas ou outras atividades de lazer, como ver um filme com a família.
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Cyberbullying: como falar sobre o assunto em sala de aula


As redes sociais mudaram o cotidiano das pessoas, tanto que, grande parte das agressões que começam no ambiente escolar, acabam sendo publicadas nas redes sociais. No entanto, ao contrário do bullying tradicional, o cyberbullying tende a ter um impacto maior sobre as vítimas, que, muitas vezes, é ignorado pelas instituições educacionais. A ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, orienta sobre como abordar o assunto dentro do ambiente escolar.

O bullying ganha mais força na Internet
O primeiro passo é entender que tudo na Internet ganha maior dimensão. Uma publicação chega a centenas ou milhares de pessoas em questão de minutos e, em pouco tempo, todos estão conversando e opinando sobre uma publicação. O conteúdo agressivo é mais prejudicial e tornar-se impossível pará-lo ou eliminá-lo, mesmo que o agressor se arrependa.

Com a entrada cada vez mais cedo de crianças no ambiente digital, muitas se aproveitam do anonimato das telas para intimidar outras crianças. Neste contexto, a ESET propõe quatro pilares que cada escola e professor pode implementar para resolver esse problema.

#1 formar bons cidadãos digitais
O respeito e as regras de convivência devem fazer parte também do mundo digital. Assuntos como ética, moral, educação cívica, e respeito devem transcender a fronteira física. Por outro lado, os exercícios e atividades em equipe também são uma forma de fazer de maior interação entre os alunos. Atualmente, existem inúmeras atividades que podem ser baixadas da Internet e, inclusive, realizadas por meio de dispositivos móveis.

#2 Consciência acima da proibição
Em vez de criar pânico sobre o uso da tecnologia ou propagar mal-entendidos, a consciência permite maior diálogo entre os alunos. Muitas escolas preferem proibir o uso da tecnologia, o que provoca uma rejeição por parte dos alunos, que, em longo prazo, pode levá-los à decisão de esconder seus telefones e usá-los sem que o professor perceba.

Os jovens se identificam com a tecnologia e a adaptam ao seu dia a dia. Nesse sentido, é importante mostrar aos alunos como eles podem usar a tecnologia para o bem comum, como compartilhar conhecimento ou ajudá-los de forma mútua. Além disso, ao incorporar a tecnologia à sala de aula, os professores podem direcionar o assunto ao uso mais ético da tecnologia.

#3 Solidariedade coletiva para denunciar casos de abuso
De acordo com um relatório da Sefe2Tell, em 81% dos casos de violência escolar, alguns estudantes sabiam da agressão, mas decidiram não denunciá-la. Na maioria destes casos, o silêncio é principalmente devido ao medo de ser a próxima vítima ou a punição por parte dos adultos. Nestes casos, as crianças devem saber que a tecnologia não é o problema, mas seu uso irresponsável sim.

A violência online pode e deve ser denunciada nas mesmas plataformas. Todas as redes sociais têm a opção de denunciar publicações, comentários e até mesmo perfis que violam ou assediam uma pessoa. Essas denúncias são completamente anônimas.

É importante incentivar os jovens a, não apenas conversar com um adulto em caso de situação de assédio, mas também formas de relatar tal conteúdo em cada plataforma.

#4 Diálogo: a base de todo acompanhamento
Os alunos precisam saber para quem e onde podem ir antes de que ocorra um problema. Portanto, a confiança é a chave para abrir o canal de diálogo. Para as crianças, o que é feito na Internet é sempre algo semelhante ao que é feito no mundo físico. Portanto, se um aluno aborda um problema, o professor deve entender que é uma situação séria e encontrar os recursos para resolvê-la.

É importante lembrar que os jovens podem saber muito sobre o uso e o funcionamento da tecnologia, mas os adultos definitivamente têm mais experiência de vida e compreensão dos riscos que podem surgir. Portanto, a exploração de questões como riscos tecnológicos, segurança na Internet e comportamento online são fundamentais para fomentar o diálogo. Assim como é necessário quebrar o silêncio por trás do bullying e do cyberbullying, falando sobre os casos de assédio virtual e sua resolução.

Para mais informações, visite o portal de notícias da ESET, chamado WeLiveSecurity, em: www.welivesecurity.com/br/2019/06/21/cyberbullying-como-falar-sobre-o-assunto-em-sala-de-aula/
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