Especial Comportamento Infantil: As primeiras vezes do bebê


Quando deve ser a primeira vez para que esse momento seja muito curtido, sem traumas, sem preocupações e sem problemas posteriores?

Os bebês nascem, crescem e se desenvolvem na velocidade da luz não é mesmo? Sou mãe e na minha primeira viagem vivia cheia de dúvidas e angústias. E o que eu posso dizer agora que mergulho pela segunda vez nessa incrível jornada da maternidade? Que ser mãe é uma das melhores coisas do mundo, é a realização de uma mulher, e que mesmo sendo uma segunda gestação tudo parece novo e eu vibro e curto cada momento! E para ajudar as futuras mamães, resolvi preparar um post bem bacana, contando para isso com a ajuda da nossa sempre parceira Lillo, marca que acompanha o desenvolvimento dos pequenos, seja qual for a fase.

Dúvidas sobre o primeiro passeio, quando ler o filho à praia o a piscina e até viajar de avião são muito comuns. Claro que ninguém melhor do que mãe para conhecer o filho e saber o melhor momento, mas acho que vale muito a pena ler as dicas antes de se programar. Vale a dica de conversar sempre com o pediatra do bebê sobre outras “primeiras vezes” do seu bebê.

O Primeiro Passeio
Antigamente se falava em resguardo e ele durava de 30 a 45 dias. Podemos mudar o nome, o tempo pode ter passado, mas algumas coisas não mudam. Foram 9 meses de grandes transformações para a mamãe, o recém-nascido e para o papai também. Um período de novas emoções, mudanças físicas e psicológicas, que requer uma pausa para reflexão, recuperação de energias para uma nova e não menos cansativa jornada.

É importante que pelo menos até a segunda consulta com o pediatra (a primeira deve ocorrer entre 7 a 10 dias de vida), mamãe e o bebê fiquem em casa, se conhecendo, criando uma cumplicidade que vai durar por toda a vida. O bebê, nesse período, precisa mamar (aleitamento materno exclusivo até o 6º mês de vida) e descansar.

A mamãe, por sua vez, precisa se alimentar bem, ter uma boa hidratação e repousar para estar sempre bem disposta e cuidar de seu bebê. 
O papai também está convidado a participar desse processo, ora provendo à mamãe as condições para o aleitamento adequado e para seu descanso, ora participando do processo, conhecendo esse filho, que também é seu.

O ideal é que os primeiros passeios ocorram entre 30 a 45 dias de vida. Até essa data, o bebê já está vivendo dentro de uma rotina de horários para amamentação, sono, banho, troca de fraldas, já terá recebido as vacinas adequadas e a mamãe estará mais disposta, recuperada e mais segura.



Sempre que sair de casa para passear com seu bebê não se esqueça de levar na bolsa todos os itens que ele venha a precisar durante o passeio, escolha lugares que haja trocadores, sombra e o mínimo de estrutura para atender as necessidades do seu bebê.

Praia e Piscina
Segundo orientação da Sociedade Brasileira de Dermatologia, o protetor solar só pode ser usado a partir do 6º mês de vida. Assim, o bebê não deve ser exposto ao sol direto antes disso.

Trabalhos mostram que otite externa aguda é uma doença extremamente comum em países tropicais, especialmente no verão. A possível contaminação da água de praias e piscinas, pode ter alguma influência nesses quadros. Assim, o ideal é que se espere pelo menos até o 6º mês de vida para levar um bebê a uma piscina ou até a praia.

Na piscina - ele não deve mergulhar e deve-se ter cuidado com água no ouvido. Na praia - cuidados na areia e no mar (bebê leva tudo que tem na mão à boca).
Após o 6º mês, deve-se usar protetor solar de fator 15 para cima, passado 30 minutos antes da exposição, repetido a cada 2 horas e se a criança se molhar (entrando na piscina ou no mar), após cada episódio desses. 

Levar o bebê ao sol até as 10 horas da manhã e após as 16 horas, quando o sol é menos prejudicial à pele lembrando, sempre, de hidratá-lo com mais freqüência.




Viagens de Avião
O ideal é evitar essa viagem em recém-nascidos abaixo de 7 dias de vida. Se for possível, aguardar, pelo menos, até que o bebê possa ir sentadinho em cadeiras estilo bebê-conforto.

Até os 2 anos de idade, na maioria das companhias aéreas, o bebê pode ir no colo de um adulto, sem necessidade de assento especial.

Alguns cuidados são interessantes:
 - Escolha um vôo direto, sem conexões, diminuindo o tempo de viagem;
- Avise a companhia aérea que você vai viajar com seu bebê para que eles destinem locais preferenciais (primeiro banco por ser mais amplo ou local onde se possa colocar um bercinho para que ele fique mais confortável);
- Você pode levá-lo no carrinho até a porta do avião e, a partir daí, só no colo. O carrinho deve ser entregue ao pessoal de bordo para que seja colocado junto à bagagem e na saída seja entregue de volta a você para uso;
- O ar condicionado do avião costuma ser forte e é usado durante todo o período da viagem. Se a ventilação for individual (saída de ar), feche as saídas (desligue). De qualquer forma, lembre-se de levar um agasalho extra para o bebê;
- Teoricamente, a cabine deveria ser pressurizada e não trazer nenhum desconforto para nossos ouvidos. Mas sabemos que, geralmente, isso não é acontece. Dessa forma, para aliviar essa questão da pressão, deixe o bebê sugar (seio, mamadeira, chupeta) tanto na decolagem quanto na aterrissagem e tente colocá-lo “de pezinho” junto a você;
- Se seu bebê estiver resfriado, faça higiene nasal com soro fisiológico ou qualquer outro medicamento recomendado pelo seu pediatra, impedindo que a obstrução nasal agrave os problemas relacionados à pressão nos ouvidos;
- Um bebê chorando durante uma viagem de avião incomoda muito os pais e os outros passageiros. Quando isso ocorrer, amamente (se for fome), troque as fraldas (se elas estiverem molhadas ou sujas), agasalhe-o (se for frio). Algumas vezes, as crianças ficam irritadas por estarem deitadas por muito tempo. Assim, pegue-o no colo e tente caminhar com ele pelo corredor para tentar acalmá-lo;
- É possível pedir comida especial (inclusive leite) para bebês e crianças: basta ligar com antecedência para a empresa que realizará o vôo;

- Confirmem e perguntem: Crianças com menos de dois anos pagam 10% da tarifa se viajar no colo dos pais. Entre dois e 12 anos, pagam entre 50 e 70% do valor da passagem do adulto, com direito a assento.

Espero que vocês tenham gostado das dicas mamães!
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9 comentários:

  1. Boa dica bejinhos
    http://hlanjens.blogspot.com.br/

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  2. As mães devem é levar a maternidade com leveza.
    Sem stress e sem nada forçado.
    O melhor é o natural!
    =)
    bjks

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  3. Dicas essenciais para nós mamães, que na verdade só temos certas preocupação nas horas de necessidade.

    Bjo

    http://www.charmeeglamour.com/

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  4. Ótimas dicas!! Com certeza quando somos mamães de primeira viagem acabamos não aproveitando vários momentos, mais depois vamos aprendendo!!

    Ser mãe é algo maravilhoso!!

    Beijos

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  5. Amei o post, dicas super importantes para as mamães, vou encaminha para minha irmã, pois vou ser titia mais uma vez rsrs! Ótimas dicas! bjs!

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  6. ótimo post Nane, bem informativo... tem coisas que eu não sabia!! valeu compartilhar
    bjs

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  7. Oi Que dicas bacanas né, são sempre essenciais para nós mamães.
    Bj
    Lu
    www.blogsemprebelas.com

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  8. Desculpa Nane, te chamei de Cléo, sorry!
    Bj
    Lu

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  9. Eu sou uma mãe light, não estresso com frescura.
    Preparo meus filhos para o mundo.
    Mas não descuido dos detalhes.
    Beijinhos gravidinha linda.

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