O sono das crianças (e dos pais)



É a nossa preocupação, que as crianças durmam bem para que os pais também possam descansar em tranquilidade.

Muito já foi escrito e dito sobre o sono das crianças, muitas teorias (boas ou más) foram implementadas para melhorar a qualidade do sono das crianças, para ajudar a que tenham rotinas e padrões de sono considerados normais (pelos pais), e mesmo assim é sempre um assunto controverso, um dilema, algo sensível na hora de falar.




Quando nasce um filho, queremos que além de ser perfeitinho e com boa saúde, que também coma e durma bem. É a nossa preocupação, que as crianças durmam bem para que os pais também possam descansar em tranquilidade.

Há ditados que dizem “os bebês dormem como os anjos”, ou “nada melhor do que o dormir de um bebês”, ou até mesmo “vou dormir como um bebê”. Pois bem, por vezes nem sempre é assim em muitas casas, e há mesmo bebê que não querem e se recusam a dormir, levando os seus pais ao desespero.

E quando estas situações acontecem, os pais fazem e tentam de tudo. Cantar melodias infantis, contar histórias, ler livros, fazer yoga e outros exercícios de relaxamento, pôr o quarto às escuras, dormir com os pais… Tudo é experimentado, como se de uma luz no fundo se tratasse. Por vezes ajudam, por vezes fica tudo igual.

Depois o cansaço instala-se. E impera. A privação de sono começa a ser sentida, e os pais ficam mais nervosos e ansiosos. A criança sente, e também ela fica mais nervosa e agitada. E depois todos dão opiniões, todos são entendidos e todos sabem como adormecer melhor os filhos (dos outros).




Algumas dicas abaixo:

Primeira fase: reivindicar o quarto da criança
Para reverter a situação, os pais devem começar por iniciar a campanha "Fique amigo do seu quarto!". É importante que todos os dias se brinque no quarto da criança; umas vezes todos juntos, outras vezes a criança sozinha.

Segunda fase: o quarto do pai e da mãe é só deles
A segunda parte da estratégia consiste em fazer a criança entender que "o quarto do papai e da mamãe é proibido". A partir desse momento, a criança não entra mais no quarto dos pais, à noite. Se necessário, os pais podem ficar com a criança no quarto del até adormecer, para se sentir segura e, acima de tudo, para evitar que vá para o quarto dos pais.

Terceira fase: a criança decide quando dorme
A terceira e última estratégia é "Eu não durmo e você também não tem que dormir". A partir de agora, os pais não devem verbalizar a frase "chegou a hora de dormir". Quando chegar a hora de ir dormir, os pais devem ir com a criança para o quarto, não para dormir, mas contar histórias , explicando-lhe que ela vai ficar no quarto com os seus brinquedos, com a luz acesa e a porta aberta, enquanto o pai e a mãe estão na sala.

Não importa o tempo que a criança levará a adormecer. O importante, nesta altura, é que permaneça no quarto, não que durma. Por fim, adormecerá. Tarde, mas adormecerá. Os pais devem ir ao quarto da criança as vezes que forem necessárias para acalmá-la, mas nunca para adormecê-la.

E ae, curtiu? Conta para nós mamães, vocês tem problema na hora de fazer o filho de vocês dormirem?


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